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No rastro da moralidade

10 outubro DBV - Dicas Bem Viver 1 Comments


Por Luiz Eduardo da Silva*

A Constituição brasileira em seu artigo 37 estabelece regra que é pedra angular da administração pública, quando condiciona a legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência à atuação do Estado.

Vivemos uma crise moral na politica e isso é fundamental para que cidadão tenha buscado na eleição renovar a classe política em grande parte do país.

Existe uma tendência à trazer o nacionalismo, o civismo e o respeito ao ente familiar como base da convivência social. Claro que devem ser respeitados os gêneros e preferências de cada pessoa, mas é preciso que haja uma tomada de consciência no sentido de que o Brasil tem que ser respeitado pelo próprio brasileiro.

Muito se vem falando de radicalismo, extremismo e outras figuras que amedrontam a população. Mas é preciso bom senso, serenidade e mais que tudo, colocar o sentimento que o brasileiro tão bem sabe fazer aflorar, para que o caminho do crescimento possa ser retomado.

Há radicalismo sim, mas cada cidadão, se fizer sua parte e não se omitir, pode ajudar uma reconstrução de idéias, de comportamentos e atitudes.

A experiência que tivemos nos governos dos últimos 13 anos, deixou marcas e precisa ser avaliado. Falam estes protagonistas de nova constituinte, controle da imprensa, redimensionamento na forma de atuação dos órgãos do Judiciário. Isso é mais que perigoso. É afrontar a legalidade que o artigo 37 da Constituição, como já dito, impõe ao Estado.

O país não pode ter donos. Ferir a liberdade sob qualquer forma é anti-democrático. Mais que isso ... é uma vergonha.

Vivemos nesse período uma politica assistencialista, que somada à corrupção sem precedentes nos custou  a maior crise na economia “nunca antes visto na história desse país”.

Talvez não tenhamos o modelo ideal, o estadista ideal, mas temos o modelo dos últimos anos, que sabemos.... não funciona.... e faz muitos estragos.


Cabe a cada um de nós, a responsabilidade de ter na atitude do voto....sim..... VOTAR... escolher um deles... ter na noção exata do Brasil que se espera, a começar pela leitura dos respectivos programas de governo, pois por preguiça não nos atemos, como  formadores de opinião, a saber o que se propõem os candidatos a fazer.

Não é só mudar. Não é posicionar “Ele não”...”Ele nunca”. É ter a resposta  para si mesmo do porque de nossa decisão.

Nós somos o melhor que esse país precisa e pode ter... somos cidadãos brasileiros... Ocupemos nosso lugar na história!



* Luiz Eduardo da Silva

 - Advogado da Temporini Silva Sociedade de Advogados

 - Especialista em Direito Arbitral

 - Vice-presidente do IMAT - Instituto de Mediação e Arbitragem do Alto Tiete - São Paulo






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