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Três dicas indispensáveis para receber seu bebê em casa!




O início da maternidade reserva novidades, mas não precisa se descabelar!! Cuide bem de seu bebê, e sem estress.

Para começar, é importante entender alguns comportamentos deste novo ser humano que agora faz parte da sua vida, e do seu dia a dia. Acredite, para o resto dos seus dias... E isto é maravilhoso!! 

Não vou dizer que seja fácil... Não, não é!! Ser mãe não é uma tarefa fácil... mas é um desafio maravilhoso. Um presente!!  

E por isso achei estas dicas bem interessantes para você, que é mãe de primeira viagem e anda assustada com a nova missão. 

Sono do Bebê - entendendo os sinais


















Bem, para começar, os bebês nem sempre estão cansados para dormir! Na verdade, o bebê quando está muito cansado costuma ficar irritado e difícil de acalmar. 


Alguns sinais de que o pequeno está cansado são: punhos fechados, bocejos, esfregar os olhos, agitação ou puxar a orelha. Não se desespere! Com o tempo ele vai aprender a se acalmar e dormir sozinho, caso isso demore a acontecer caminhe com ele no carrinho ou braços, ver gente e sentir o vento vai fazer bem.

Olho na sujeira

Agora que é mamãe, acredite, sua visão para germes e sujeira vai ser mais aguçada, por isso, prepare-se para lavar com frequência as mãos e do seu pequenino, e para virar monitora da limpeza, evitando que pessoas doentes ou com mãos sujas peguem seu bebê. Manter as unhas limpas e bem cortadas também é importante, assim como o banho.




Essa preocupação com a limpeza um pouco mais aguçada é normal, e faz bem para a saúde do seu bebê. Mas sem exageros e neuroses. Nada em exagero é bom!! 

Mantenha os pés no chão e seja razoável consigo mesma! Não há possibilidade de você evitar todos os germes, seu filho pode colocar na boca algum brinquedo, ou passar a mãozinha em alguma lugar sujo. Isso também é natural, e ajuda a criar resistência. 


Mas cuidado com produtos tóxicos, principalmente na cozinha e área de serviço. Locais realmente impróprios para as crianças ficarem no chão. 

Como eu disse, seja cuidadosa, mas não neurótica!! 

Massagem 

Esta é uma dica valiosa!! Os bebês amam carinho.




Aprenda algumas técnicas para acalmar seu filho, cada bebê é diferente e uma massagem pode relaxar! Passe loção nas mãos e comece pela testa, nariz, bochechas, queixo e finalize no pescoço. 

Eles vão se sentir mais calmos... e carinho sempre é bom, não é mesmo? Em qualquer idade!! (rs)

Mamãe canguru

Já viu aqueles carregadores de pano ou conhecido como "canguru"?! Então, coloque seu filho enquanto faz as tarefas de casa, faz um passeio, dá uma caminhada ou faz compras. 





O bebê se sente pertinho de você, e você fica com as mãos livres para fazer as atividades que precisa. Eles são ótimos, tem modelos variados, e não são caros! 

Confie em seu instinto

Ser mãe é uma grande responsabilidade e pode te fazer sentir insegurança, medo e muitas dúvidas. Não esqueça do seu instinto maternal, confie nele e enfrente todos os desafios que vier, a experiência vai te ajudar a ser uma mamãe segura e melhor a cada dia.


O sorriso de uma criança traz felicidade!
Nos vemos no próximo post!

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Ansiedade infantil e volta às aulas: como identificar e lidar com sinais de estresse nos primeiros dias.


Hoje, vamos falar sobre a ansiedade infantil na volta às aulas, e como lidar com sinais de estresse, para que suas crianças sintam-se acolhidas e protegidas.

O retorno às aulas, por mais esperado que seja, nem sempre é vivido com leveza por todas as crianças. Mudanças de rotina, separação dos pais, novas exigências acadêmicas e o ambiente social podem desencadear uma série de reações emocionais, muitas vezes confundidas com simples resistência ou preguiça. 

No entanto, segundo a psicanalista e educadora sexual Marcella Jardim (@falaseriotia), é preciso atenção: “Quando os sinais são persistentes e intensos, é provável que a criança esteja vivenciando um quadro de ansiedade que precisa ser acolhido com escuta, afeto e orientação adequada”.

Entre os sintomas mais comuns da ansiedade no início do ano letivo estão queixas físicas como dor de barriga ou de cabeça antes da escola, irritabilidade, crises de choro, dificuldades para dormir, medo excessivo de se separar dos pais e até apatia diante de atividades antes prazerosas. 

A diferença entre a ansiedade e a adaptação comum está na intensidade e na duração desses sinais. “É normal que algumas crianças relutem um pouco nos primeiros dias, mas se o sofrimento se mantém e afeta outras áreas da vida, é um sinal de alerta”, explica Marcella.


Para ajudar na readaptação, a especialista recomenda uma abordagem acolhedora e propositiva. “Organizar uma rotina previsível, conversar com calma sobre os sentimentos e destacar os aspectos positivos da escola pode fazer muita diferença”, afirma. O simples ato de perguntar “qual parte do dia foi difícil?” ou “teve algo legal hoje?” ajuda a criança a se sentir vista e compreendida, além de fortalecer o vínculo com os pais ou cuidadores.

Segundo a especialista, a escuta ativa é uma das ferramentas mais poderosas nesse processo. Evitar minimizar os sentimentos como “isso é bobagem”, “para com isso”, e acolher com frases como “vamos entender isso juntos” cria segurança emocional e ensina a criança a nomear o que sente. “Muitos adolescentes hoje relatam que não se sentem ouvidos. Dizem que tentam falar e são interrompidos ou ignorados. Isso não é só triste, é perigoso”, alerta.

Outro ponto importante é o papel das atividades físicas e lúdicas como estratégia de descarga emocional. Brincar, correr, dançar ou fazer jogos criativos são maneiras saudáveis de liberar tensões, especialmente em períodos de transição como a volta às aulas. “O corpo também sente e precisa se movimentar para processar o que está sendo vivido. O brincar é um remédio natural contra a ansiedade infantil”, diz Marcella.

Preparar emocionalmente as crianças ainda durante os últimos dias de férias também é uma forma eficaz de reduzir a sobrecarga. “Não se trata de antecipar cobranças, mas de abrir espaço para o emocional se organizar”, explica. Conversar sobre as lembranças positivas da escola, envolver a criança na organização do material escolar e ir ajustando os horários gradualmente são atitudes simples que geram conforto e pertencimento. “Evite frases como ‘acabou a alegria’ ou ‘vai começar o sofrimento’. Fale da escola com afeto, diga que será bom rever os colegas, que há coisas divertidas por lá também”.


Por fim, a especialista reforça que quanto mais emocionalmente preparada a criança estiver, maior será sua capacidade de adaptação e menor será a ansiedade no retorno. “Criança que se sente escutada, respeitada e acolhida aprende a confiar no ambiente, e, principalmente, aprende a confiar em si mesma”, conclui.

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#dicasbemviver #voltaasaulas #ansiedadeinfantil 

Neuroarquitetura: A arquitetura e o cérebro humano.

 
O conceito de neuroarquitetura parte da premissa de que os ambientes construídos têm um impacto direto sobre a nossa saúde mental, emocional e física, moldando não apenas como nos sentimos, mas também como nos comportamos.

A neuroarquitetura é, portanto, a aplicação de princípios da neurociência na criação de espaços para otimizar o bem-estar e o desempenho humano. Em um mundo cada vez mais voltado para a construção de ambientes funcionais e esteticamente agradáveis, a neuroarquitetura busca ir além, integrando o conhecimento científico sobre o cérebro para criar ambientes que promovam conforto e saúde mental.


O Conceito de Neuroarquitetura

A neuroarquitetura é o estudo que relaciona os efeitos dos espaços físicos no cérebro humano e no comportamento das pessoas. Ela se baseia na ideia de que a arquitetura não deve ser pensada apenas de forma estética ou funcional, mas também com foco no impacto psicológico e neurológico que ela causa.

A disciplina considera como cores, formas, iluminação, materiais e texturas afetam nossas emoções, nosso nível de estresse, nossa produtividade e até mesmo a nossa saúde. Ao projetar um ambiente, a neuroarquitetura visa criar um espaço que promova bem-estar, calma, criatividade, concentração e socialização.


Benefícios da Neuroarquitetura para as Pessoas

Redução do Estresse e Ansiedade

Ambientes projetados com a neuroarquitetura podem ter um efeito calmante sobre as pessoas. Espaços tranquilos, com cores suaves, iluminação natural e materiais naturais, como madeira e plantas, são comprovadamente eficazes na redução do estresse e ansiedade. Isso é fundamental, especialmente em espaços de trabalho ou áreas de descanso em casa.

Aumento da Produtividade e Criatividade

Em ambientes como escritórios, escolas e espaços de trabalho, a neuroarquitetura pode estimular a produtividade. A distribuição inteligente do espaço, com iluminação adequada e áreas de descanso, pode melhorar a concentração e criatividade. Estímulos visuais agradáveis, como plantas ou obras de arte, também podem aumentar o engajamento e o bem-estar emocional, incentivando a colaboração e a inovação.

Melhora da Qualidade do Sono

Os espaços em que dormimos têm grande impacto na qualidade do sono. Ambientes de descanso bem planejados, com iluminação suave, materiais confortáveis e uma boa ventilação, ajudam a melhorar a qualidade do sono e, consequentemente, a saúde mental e física.

Promoção de Conexões Sociais

Em espaços públicos ou residenciais, a neuroarquitetura também pode ser utilizada para incentivar interações sociais. Ambientes que favorecem a circulação das pessoas, como áreas comuns amplas ou salas de estar acolhedoras, podem fortalecer os laços sociais e melhorar o bem-estar geral.


Exemplos Positivos de Neuroarquitetura

Escritórios e Ambientes de Trabalho

Empresas como Google e Facebook incorporam a neuroarquitetura em seus ambientes de trabalho para estimular a criatividade e o bem-estar dos funcionários. Ambientes abertos, áreas de descanso e espaços verdes são comuns em seus escritórios, promovendo um ambiente estimulante e ao mesmo tempo relaxante.

Hospitais e Clínicas

O Hôpital Necker em Paris foi projetado com base em princípios de neuroarquitetura, criando um ambiente que busca minimizar o estresse e a ansiedade dos pacientes. O uso de cores calmantes, iluminação natural e salas de descanso tranquilas ajuda a reduzir o medo e a tensão, especialmente em crianças.

Casas e Residências

Em projetos residenciais, o uso de materiais naturais, plantas e uma boa circulação de ar são exemplos positivos. A integração da natureza dentro de casa, através de jardins internos ou terraços verdes, pode ter efeitos terapêuticos significativos, promovendo tranquilidade e bem-estar para os moradores.


Exemplos Negativos de Neuroarquitetura

Ambientes de Trabalho Superlotados

Ambientes de trabalho que não seguem os princípios da neuroarquitetura, como escritórios superlotados, sem iluminação natural ou espaços de descanso, podem gerar estresse, fadiga mental e até redução da produtividade. A falta de ventilação adequada e o excesso de cores frias, como o cinza e o branco, podem contribuir para um ambiente de trabalho desestimulante.

Ambientes Hospitalares Fria e Despersonalizados

Muitos hospitais e clínicas, infelizmente, ainda não consideram o impacto psicológico do ambiente sobre os pacientes. Corredores longos, iluminação artificial excessiva e espaços despersonalizados podem causar ansiedade, especialmente em pacientes em tratamento de longo prazo ou em recuperação.

Residências Mal Projetadas

Em alguns projetos residenciais, a falta de conforto térmico, mobiliário inadequado ou iluminação fraca pode afetar a qualidade de vida dos moradores. Ambientes mal planejados, com pouca circulação de ar ou espaços fechados, podem resultar em estresse mental e desconforto.


Neuroarquitetura e o Bem-Estar

A neuroarquitetura tem o poder de transformar ambientes e, consequentemente, melhorar a saúde mental e emocional das pessoas. Ao projetar espaços que consideram o impacto psicológico e fisiológico do ambiente no cérebro humano, podemos criar lugares que promovem o bem-estar, a criatividade, a redução do estresse e até mesmo melhoram a qualidade do sono. Se você está construindo ou renovando algum espaço, vale a pena pensar em como a arquitetura pode ser aliada do seu bem-estar.

A integração da neurociência na arquitetura traz uma nova perspectiva de como os ambientes construídos podem beneficiar as pessoas, contribuindo para uma vida mais saudável e equilibrada.

Afinal, Bem Viver é preciso!

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Até o próximo post! 💖

Como Manter Sua Saúde Mental Equilibrada Durante a Rotina do Trabalho

 

A rotina de trabalho pode ser um verdadeiro desafio para a saúde mental. As demandas constantes, a pressão por produtividade e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional podem gerar estresse e desgaste emocional. No entanto, é possível manter a saúde mental equilibrada mesmo nas jornadas mais intensas, adotando práticas simples e conscientes no dia a dia.

Neste artigo, vamos explorar algumas estratégias eficazes para cuidar da sua saúde mental no ambiente de trabalho e manter o equilíbrio emocional em alta, mesmo nos momentos de maior pressão.


1. Estabeleça Limites Claros entre Trabalho e Vida Pessoal

Um dos maiores desafios de quem trabalha em casa ou tem uma rotina profissional intensa é a dificuldade de desconectar após o expediente. Quando não estabelecemos limites claros entre trabalho e vida pessoal, o estresse tende a se acumular, e a sensação de exaustão pode ser constante.

Dicas:

Defina horários para começar e terminar o trabalho. Evite responder e-mails ou realizar tarefas profissionais fora do seu horário estabelecido.

Se possível, crie um espaço físico separado para o trabalho em casa. Isso ajuda a sinalizar para o seu cérebro que aquele ambiente é destinado ao descanso e não ao trabalho.


2. Pratique Técnicas de Respiração e Mindfulness

Quando a pressão do trabalho se acumula, podemos ficar ansiosos e sobrecarregados. Mindfulness e técnicas de respiração são ótimas ferramentas para retornar ao presente e reduzir a sensação de estresse.

Dicas:

Experimente a técnica de respiração 4-7-8: Inspire profundamente por 4 segundos, segure a respiração por 7 segundos e expire lentamente por 8 segundos. Isso ajuda a acalmar a mente e o corpo.

Reserve 5-10 minutos do seu dia para meditar ou praticar mindfulness. Mesmo um breve momento de atenção plena pode melhorar a clareza mental e a concentração.


3. Priorize o Autocuidado e o Relaxamento

Cuidar de si mesmo não deve ser visto como um luxo, mas como uma necessidade. Ao longo da jornada de trabalho, é fácil negligenciar a importância de pausas e momentos de descanso. O autocuidado é essencial para manter a saúde mental em equilíbrio e aumentar a produtividade.

Dicas:

Faça pausas curtas e regulares durante o dia. Levante-se, alongue-se ou dê uma caminhada rápida para aliviar a tensão acumulada.

Inclua atividades relaxantes no seu dia, como ler um livro, ouvir música ou praticar um hobby. Essas pausas ajudam a reduzir o estresse e recarregar as energias.

Durma bem! O sono de qualidade é fundamental para a recuperação mental e emocional, além de melhorar a capacidade de lidar com desafios durante o trabalho.


4. Mantenha uma Alimentação Saudável e Equilibrada

O que você come tem um impacto direto na sua saúde mental. Alimentos ricos em nutrientes ajudam a melhorar o humor, aumentar os níveis de energia e melhorar a concentração, enquanto alimentos processados podem afetar negativamente o seu bem-estar emocional.

Dicas:

Prefira alimentos frescos e naturais, como frutas, legumes, grãos integrais e proteínas saudáveis. Esses alimentos ajudam a estabilizar os níveis de energia ao longo do dia.

Evite o excesso de cafeína e açúcar. Embora eles possam proporcionar um impulso temporário de energia, podem aumentar a ansiedade e causar quedas bruscas de energia.


5. Busque Suporte quando Necessário

Às vezes, o estresse e a pressão do trabalho podem ser difíceis de lidar sozinhos. Não tenha vergonha de pedir ajuda. Falar com um amigo, colega de trabalho ou profissional pode fazer toda a diferença para a sua saúde mental.

Dicas:

Converse com um colega ou superior se você sentir que está sobrecarregado. Eles podem ajudá-lo a priorizar tarefas ou a buscar soluções para reduzir a pressão.

Se sentir que está enfrentando dificuldades emocionais, considere procurar um terapeuta ou coach. Profissionais podem fornecer o apoio necessário para melhorar o equilíbrio emocional.


6. Envolva-se em Atividades Físicas

A atividade física é uma das formas mais eficazes de manter a saúde mental equilibrada. Exercícios regulares ajudam a reduzir o estresse, melhoram o humor e aumentam os níveis de energia. Além disso, praticar atividades físicas no trabalho, como uma caminhada rápida ou alongamentos, pode ser uma maneira excelente de aliviar a tensão mental.

Dicas:

Pratique exercícios regularmente, seja caminhada, corrida, yoga ou treino na academia. O importante é se movimentar!

Durante o expediente, se possível, faça pequenos intervalos ativos, como subir escadas, fazer alongamentos ou dar uma caminhada breve para relaxar a mente.


Enfim... Equilíbrio é a Chave!

Manter sua saúde mental equilibrada durante a rotina de trabalho é uma prática constante. Ao estabelecer limites, praticar técnicas de relaxamento, cuidar da alimentação, do sono e do corpo, você está criando um ambiente propício para o bem-estar. 

Lembre-se: o autocuidado é essencial para garantir que você esteja sempre no seu melhor, tanto pessoal quanto profissionalmente.

Afinal, Bem Viver é preciso!

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Até o próximo post! 🌱



Termostato Financeiro: Porque algumas pessoas enriquecem e outras não?



Alguma vez você já se perguntou porque algumas pessoas enriquecem e outras não? Porque algumas pessoas parecem ter o fluxo da prosperidade em suas vidas enquanto outras vivem sempre endividadas, mesmo que ganhem bem? A resposta, acredite, está dentro de cada um de nós!! A nossa forma de pensar e lidar com o dinheiro influencia totalmente nossos resultados financeiros.  

E hoje eu quero falar com você sobre Termostato Financeiro e sobre como você pode melhorar o seu.


TERMOSTATO FINANCEIRO

Primeiro vamos entender o que é um termostato. Ele é um dispositivo utilizado para manter constante a temperatura de um determinado sistema, através de regulação automática (preste atenção nisto!), impedindo que a temperatura varie além de certos limites preestabelecidos, corrigindo os desvios de temperatura. São eles que controlam a temperatura dos refrigeradores, ferros elétricos, ar condicionado e muitos outros equipamentos que usamos em nosso dia a dia.

E o que é o termostato financeiro? É o seu padrão mental, as suas crenças financeiras, que regulam, automaticamente (preste atenção nisto!!), a sua “temperatura”, a sua realidade financeira. Se os seus resultados financeiros não são os que você deseja, pare agora com toda e qualquer desculpa e regule seu termostato, ou seja, a sua forma de pensar sobre dinheiro e riqueza.


COMO O TERMOSTATO FINANCEIRO FUNCIONA

Porque eu fiz questão de frisar sobre o termostato regular a temperatura automaticamente? Porque é assim que o termostato financeiro acontece em nossas vidas, de forma inconsciente, sem nos darmos conta do que fazemos, mas sentindo os efeitos em nossos resultados efetivos.

Um bom exemplo disto são ganhadores de loteria. Pesquisadores da Universidade Vanderbilt, dos Estados Unidos, descobriram que cerca de um terço dos ganhadores de loteria vão à falência apenas alguns anos depois de receberem os primeiros milhões.

E porque isto acontece? Porque dentro deles não existe a mentalidade de prosperidade. Embora tenham ganho uma fortuna, no fundo eles estão cheios de crenças limitantes em relação ao dinheiro e, inconscientemente, vão fazer de tudo para perderem o que ganhou e voltar a ter a quantidade de dinheiro com a qual conseguem lidar com mais facilidade, que é a sua “temperatura preestabelecida”, ou seja, o padrão que eles têm dentro de si mesmos em relação ao dinheiro. Isto tudo inconscientemente pois, como destaquei, o termostato funciona de forma automática!!

Pensemos agora numa pessoa que tem um padrão de mentalidade rica e também perde tudo, por algum motivo. Como o termostato dela é de riqueza, ela vai conseguir refazer sua fortuna. Seu padrão interno é de prosperidade e sua mentalidade vai trabalhar neste sentido, de focar nas oportunidades, no planejamento e nas ações efetivas que o levarão de volta ao seu equilíbrio interno.

A pessoa que tem a mentalidade pobre vai encontrar desculpas para se lamentar e, geralmente, vai culpar as circunstâncias ou outras pessoas pelo seu fracasso, ou endividamento.

A pessoa que tem a mentalidade rica, por sua vez, vai aprender com os erros, realinhar seus planos e seguir em frente. Ela pensa: eu sei ganhar dinheiro e vou conquistar tudo de novo!!  

O fato é que se nossas crenças estão programadas para que cheguemos até certo grau de sucesso financeiro, é até lá que vamos conseguir chegar. Podemos até passar do limite preestabelecido por um tempo, mas logo retornaremos ao patamar gravado em nosso termostato.


COMO MUDAR NOSSO TERMOSTATO FINANCEIRO

Problema identificado, vamos à solução! A primeira etapa a gente já fez até aqui: conscientização e entendimento. “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” é um princípio básico de libertação. Para você lidar com um problema, seja ele qual for, o primeiro ponto é reconhecer que ele existe e entender o problema.

A segunda etapa é querer mudar a situação. "Ninguém pode convencer ninguém a mudar. Os portões da mudança só podem ser abertos de dentro para fora", como bem disse Stephen Covey.

Nesta etapa, é fundamental você entender que seus pensamentos representam apenas o seu aprendizado até agora, mas que você pode e deve mudar seu padrão de pensamento a seu favor. Procure entender como você realmente vê o dinheiro e a riqueza na sua vida, e as emoções ligadas a isto, se são negativas ou positivas.

Um terceiro passo fundamental é o comprometimento com a mudança e com o seu sucesso e resultados efetivos. Os ricos assumem o compromisso de serem ricos pois elas vêm a riqueza como algo positivo, que potencializa seus sonhos e metas, e trabalham para isto, pois sabem que seus resultados dependem de sua mentalidade e atitudes.

As pessoas de mentalidade pobre, por outro lado, gostariam de ser ricas, mas ficam apenas na vontade. E, como vimos, mesmo que consigam ficar ricas, se continuarem com o termostato de pobreza, é assim que irão ficar, mais dia, menos dia.


DINHEIRO NÃO TRAZ FELICIDADE

Para encerrar eu trago uma frase que é muito usada de forma pejorativa e que acaba funcionando como uma grande crença limitante em relação ao dinheiro. E como eu quero que você mude sua forma de lidar com o dinheiro, o caminho é fazer você ressignificar seu entendimento.

No livro “Os segredos da mente milionária”, T. Har Eker diz que a razão ou motivação para enriquecermos ou fazer sucesso é crucial. “Se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade”, diz ele. E por quê? Porque o problema não está no dinheiro e sim nas emoções negativas que você tem e precisa resolver.

Entenda uma coisa que a Escritura diz: a raiz de todos os males está no amor ao dinheiro.  No amor e não no uso do dinheiro, pois dinheiro é uma coisa, e emoção é outra!! Dinheiro a gente faz com nosso trabalho, investimentos,  ideias, criatividade, empreendedorismo etc. Dinheiro a gente usa; pessoas a gente ama. E o amor a gente começa dentro de nós, amando o próximo como a nós mesmos. Como bem dizia minha mãe, minha Maroquinha (in memoriam): “a gente não dá o que não tem!”.

O dinheiro, na verdade, potencializa nosso poder de ação. Mas se você for mesquinho, trapaceiro e antiético, o problema está em você, e não no dinheiro, em si. Dinheiro é uma coisa, e emoção e caráter é outra!!

Como esse assunto é extenso, e muito importante, na próxima postagem falarei um pouco mais sobre as mudanças necessárias para que você consiga identificar melhor as crenças limitantes em relação ao dinheiro (acredite, são muitas!!) e dá um fim nelas. Combinado?

Até a próxima postagem!

Queremos o amor, mas estamos prontos para, de fato, amar?!


Quando eu escrevia poemas na adolescência, teve uma frase que me marcou e ficou até hoje: que o nosso amor não destrua nossas diferenças, e que as nossas diferenças não destruam o nosso amor. E, cada vez que paro e reflito sobre essa frase, ela se amplia e amadurece, e se consolida como uma excelente definição do que é o amor, na prática.

Afinal, o amor vai além da paixão e envolve uma relação madura entre pessoas que aprendem a amar as particularidades de cada um. O amor também vai além da relação amorosa entre duas pessoas que se enamoram e envolve desde o amor próprio ao amor entre pais e filhos, irmãos, amigos e a própria vida.

Mas hoje eu quero focar no amor entre um casal e o porquê, embora no fundo busquemos o amor, acabamos nos perdendo em meio ao caminho com ilusões e paixões, resultando em relacionamentos que nos levam a sofrer, a nos decepcionarmos e a achar que o amor não passa de ilusão e utopia. E esta que é a verdadeira utopia, já que o amor é inerente ao ser humano!

AMOR X PAIXÃO: AFINAL, O QUE É O AMOR?


A gente gosta de classificar as coisas e estabelecer padrões, sejam eles de beleza, de status quo, de padrão emocional e também de parceiro ideal, no qual idealizamos qualidades, forma física, padrão cultural e financeiro, mas jamais pensamos nos defeitos, como se eles não fossem inerentes a todos os seres humanos, já que somos todos aprendizes e estamos em processo de amadurecimento.

Queremos alguém que nos complete, que seja nossa “cara metade”. Alguém que nos entenda sem a necessidade de muitas palavras. Que nos suporte nos momentos mais difíceis e que nos transborde ainda mais nos momentos de felicidade. Alguém que podemos contar nos bons e maus momentos. Alguém que a gente ame conversar. Alguém que a gente possa confiar. Alguém que a gente possa sorrir, mas também chorar junto. Alguém que a gente ame fazer amor, pois o sexo faz parte do relacionamento amoroso e é uma parte importante. Alguém que a gente possa compartilhar experiências, e também tempo de vida, pois a gente quer amar até que a morte nos separe!!...

Esta é a essência do que realmente buscamos no amor, mas deixamos de perceber os sinais do coração, onde as almas se comunicam, para focar em outras coisas, como beleza física, ou padrões financeiros e/ou culturais, ou para sentimentos que não sustentam, de fato, uma relação.

“Querer alguém por sua beleza não é amor, é paixão. Querer alguém por sua inteligência não é amor, é admiração. No entanto, querer sem saber por que, é amor.”

AH, A PAIXÃO!!...


Queremos o amor, mas focamos na paixão porque nos habituamos a sentimentos e relações rasas e nos tornamos egoístas. Queremos nos satisfazer, e não ao outro. O outro que busque se encaixar no que queremos, esta é a realidade. 

E, como ilusão, a paixão se passa por amor. Ah, a paixão!!... Quando alguém se apaixona, perde o sentido da realidade, projeta em seu ser amado seus ideais de amor e o deseja a cada instante. É um sentimento intenso, envolvente, forte, mas que não se sustenta com o dia a dia e com a necessária aceitação do outro, tampouco das dificuldades do dia a dia.

Tem uma frase do Cazuza que diz: “o nosso amor a gente inventa pra se distrair, e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu”. Essa frase, na verdade, define bem a paixão.

O amor vai além da paixão... Além da atração física e do romantismo... Além das projeções onde, na verdade, queremos que o outro seja como idealizamos, pois não queremos saber dos defeitos, mas somente das qualidades que desejamos.

Apaixonar-se é revigorante... mas querer transformar paixão em amor, sem que, de fato seja amor, é caminho certo para o sofrimento e a dor. A paixão acaba, e não se sustenta... Com o tempo, a paixão sufoca, pois é possessiva e imatura, já que não lida com a realidade e a aceitação real do outro. Ela sim, uma utopia... um sofisma que faz os apaixonados pensarem que estão amando... mas não estão!


É AMOR OU PAIXÃO?

E como saber se é amor ou paixão? É quando volto à minha frase inicial: que o nosso amor não destrua as nossas diferenças, e que as nossas diferenças não destruam o nosso amor!

O amor, intrinsicamente, respeita as diferenças do outro, pois o amor é a aceitação do outro, e não a projeção do que queremos no outro. Amor é saber que cada pessoa é única e que amamos o outro por inteiro, com suas qualidades, mas também seus defeitos.

Amar é, de fato, um grande desafio. Para amar precisamos nos desfazer das projeções e idealizações que temos de forma pré-concebida, e aceitarmos viver um novo processo que inclui seguir nosso coração, ouvir a nossa alma, e a alma do outro, e trilhar, juntos, um caminho de descobertas, de cumplicidade e, acima de tudo, de confiança e entrega.

Uma relação onde não se exige perfeição e sim maturidade para lidar com os problemas, pois, sim, eles existem. A questão é: queremos o amor, mas estamos prontos para, de fato, amar?

“Amar é, de alguma forma, estar apaixonado por nossas diferenças. Ver o bom e o mau do nosso parceiro, sem anestesia. A paixão e o apaixonar-se não duram mais que alguns meses. Precisamente, é o amor que dura, então o amor verdadeiro é aquele que cultiva o compromisso, a atração e a intimidade. O amor é construído nas fundações do bem estar conjunto e individual, fomentando o crescimento pessoal de cada um e diminuindo toda a vulnerabilidade emocional que está presente em nós. Amar não é só felicidade, também é estabilidade, confiança, proteção, crescimento e incondicionalidade. Isso é o que o torna completo, único e verdadeiro!”

O amor não pode ser definido, porque definir é limitar e amar não tem limites. – Carlos Cuauhtémoc.

Fiquemos, então, com esta reflexão: queremos o amor, mas estamos prontos para, de fato, amar?!...

Até a próxima postagem!

Crenças Limitantes: o que são? Porque elas podem destruir a sua vida?


A partir de hoje, vou fazer uma série de conteúdos sobre CRENÇAS LIMITANTESComo o assunto é extenso, eu vou tratá-lo em etapas, para que você possa, inclusive, refletir e amadurecer sobre os assuntos tratados, pois estas crenças realmente são um atraso em nossa vida!!  E respeitar o seu tempo de aprendizado é essencial. Experiência própria!

Então, para começar, vamos entender o QUE É UMA CRENÇA LIMITANTE? Como essas coisas surgem em nossa vida? 


COMO TUDO COMEÇA...

Bem, quando a gente nasce, basicamente somos como uma folha em branco. À medida que nos relacionamos, interagimos e nos deixamos influenciar, nós escrevemos boa parte daquilo que PERCEBEMOS SER em nosso consciente e, principalmente, em nosso inconsciente

E porque eu digo o que "percebemos ser"? Porque, muitas  vezes, a nossa percepção é errada. Muitas vezes a gente está dando ouvidos a críticas maldosas, a opiniões de pessoas que não têm discernimento e temos o péssimo hábito de não buscarmos conhecer a nossa essência. 

Somos um ser social? Sim! Mas também somos únicos em nossa essência!! E é importante que a gente busque o autoconhecimento para que possamos ter uma vida plena. 



CRENÇAS: VALORES QUE ADOTAMOS

Crenças LIMITANTES, como o próprio nome já diz, nos levam à estagnação pessoal e profissional. Nos impede de ir adiante, de conquistar e até mesmo de acreditar no sucesso, tornado-o algo impossível. Mas elas são apenas interpretações e conceitos que assumimos como verdade, mas que não passam de sofisma, ou até mesmo de mentiras deslavadas mas que, infelizmente, são aceitas e levadas adiante!!

Muitas destas crenças surgem na infância. Nossa mente é como um papel em branco, lembra? E ela pode está sendo preenchida com um monte de bobagens através das pessoas que deveriam nos orientar, como nossos pais e professores, por exemplo, mas que geralmente vão passando adiante o que aprenderam, e no meio, as crenças limitantes

A verdade é que vamos sendo "moldados", desde o nosso nascimento, pela nossa família, mídia e amigos. E, aos poucos, estas informações adquiridas vão se transformando em VALORES e em VERDADES IMUTÁVEIS. 



TODAS AS ÁREAS PODEM SER AFETADAS

Algumas pessoas, por exemplo, conseguem ser bem sucedidas em seus relacionamentos, pessoais, familiares ou amorosos, no entanto, são péssimas na área financeira, tendo grande resistência em atrair e manter dinheiro para suas vidas. 

Outros não possuem problemas para o dinheiro fluir em sua vida, mas acabam se atrapalhando em seus relacionamentos. 

E, outros, ainda, parecem ter a vida tumultuada de problemas.Não conseguem fluir em nenhuma área, nem profissionalmente, nem financeiramente, nem na vida familiar, nem na vida social, nem na vida amorosa. Em nada! 

BOA NOTÍCIA!!...

Mas, tenha calma!! A boa notícia é que, assim como você construiu crenças negativas, seja em que área for, você pode desconstruí-las, colocando no lugar crenças positivas.

O que está faltando em sua vida: dinheiro? Uma família equilibrada e feliz? Um relacionamento amoroso feliz? Uma vida profissional que te realiza não só financeiramente, mas que também te faz acordar feliz por ter que trabalhar? 

Como dever de casa, pegue o que te falta e já comece a buscar o que te faz acreditar que você não merece o que quer. Que frases vêm em sua mente para justificar você não ter o que te falta?

Anote tudo e até a próxima postagem, aqui, no CONCEITO DBV, no Dicas Bem Viver!! Até lá!!

Ah... aproveite e reveja a postagem que eu fiz sobre "As Armadilhas da Culpa e do Imerecimento" (CLIQUE AQUI!!). 

Corre... Cuida de você!! Pois o tempo passa, a vida passa (e rápido demais...), e o que conta mesmo é a gente ser feliz!!...

Até a próxima!

Você associa ser milionário com pecado? Então pare, leia e liberte-se!!



Hoje vou falar de mais uma crença limitante que impede muitas pessoas de alcançarem seus objetivos financeiros: o medo inconsciente da avareza, que é considerado um grave pecado pelas normas religiosas. E, queiramos ou não, o Brasil é um país muito religioso, com predominância de católicos e evangélicos, que seguem a mesma Escritura, e também a mesma distorção sobre o que está escrito sobre riqueza e humildade.

Primeiro que humildade não tem nada a ver com pobreza e sim com caráter. E segundo porque, como já falei na postagem passada, sobre mentalidade financeira (CLIQUE E LEIA!!)o problema está no amor ao dinheiro, e não no dinheiro, em si.

A avareza sim, tem tudo a ver com amor ao dinheiro, e hoje vamos desmistificar esse sentimento que, de fato, é altamente nocivo, e que não tem nada a ver com o dinheiro. Acredite!!


AVAREZA: AMOR E ESCRAVIDÃO AO DINHEIRO

A avareza surge da mentalidade de escassez, que acredita que as coisas são escassas e que “farinha pouca, meu pirão primeiro”. A avareza anda junta com o egoísmo e, mais ainda, com o egocentrismo. O avarento se acha o centro do universo, e faz pouco caso das necessidades alheias quando, na verdade, a gratidão é um sentimento nobre a ser cultivado. Ajudar os outros é um sentimento comum as pessoas que são ricas e felizes. Já o egocentrismo, característica comum entre os avarentos.

E como surge esse sentimento de avareza, que é de fato o verdadeiro vilão e não o dinheiro? No amor ao dinheiro, que é o que a Escritura Sagrada descreve como raiz de todos os males (1 Timoteo 6.10).  

Como a avareza está associada a escassez, o avarento tem medo de perder as coisas e ficar pobre, e por isso transforma a riqueza no seu “guru”. Para elas, o dinheiro é a prioridade máxima, acima de qualquer coisa, inclusive casamento, filhos, saúde e até a própria felicidade. O avarento torna-se escravo do dinheiro porque a base de sua vida está em ficar e permanecer rico. Ele não consegue usufruir e, muito menos, compartilhar (doar, ajudar outras pessoas), pois tornaram-se obcecadas pelo ter, anulando o ser.


RELIGIÕES CONFUNDEM ENTENDIMENTO SOBRE DINHEIRO

Um dos grandes problemas da religião é que elas confundem o que é dito sobre o amor ao dinheiro, que é de fato o problema, e criam uma confusão na mente das pessoas em relação à riqueza, fazendo com que muitas pessoas, erroneamente, e inconscientemente, tenham medo da prosperidade por achar que ser rico é pecado.

Ser rico é uma coisa positiva. O amor ao dinheiro, negativa. E é muito importante que você entenda isso, e seja livre deste sentimento pernicioso que só te levará a uma vida sem verdadeiros amigos, sem uma verdadeira família, e sem uma vida feliz, pois a área financeira é apenas uma área da nossa vida, e não o todo.

Quanto a humildade não ter nada a ver com pobreza, e sim com caráter, basta você observar que existem muitas pessoas ricas, mas que são caridosas e amáveis com o próximo, enquanto existem pessoas pobres que são mesquinhas. O caráter define sua humildade, e não sua conta bancária!!

Eu realmente espero que estas postagens possam ter te ajudado, de alguma forma, a ter uma mentalidade próspera, pois nossos resultados dependem muito disto. E te incentivo a pesquisar mais sobre o assunto e a desenvolver sua vida financeira de forma plena, e feliz. Amando as pessoas, e não ao dinheiro, mas exorcizando esses pensamentos e sentimentos ruins em relação à riqueza, para que possa conquistar e usufruir com plenitude e paz seus objetivos materiais.

Até a próxima!