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Golden Milk, o Leite Dourado: um clássico Ayurveda para fortalecer o sistema imunológico


O uso da cúrcuma e da pimenta-do-reino são clássicos na Ayurveda e reconhecidos cientificamente também na medicina oriental para aumentar a imunidade em caso de gripe e resfriados e até em situações mais graves como alguns tipos de câncer. E em meio a pandemia de Covid-19, o novo coronavírus, o que mais queremos é fortalecer o nosso sistema imunológico, não é mesmo?

Por isso, hoje a gente traz essa receita indu que vem se mostrando especialmente benéfica para a manutenção da saúde: o LEITE DOURADO, também conhecido como GOLDEN MILK!

O que é o leite dourado?

De coloração amarela intensa, o leite dourado é uma das joias da alimentação ayurvédica. Seu principal ingrediente é a cúrcuma (ou açafrão-da-terra), especiaria indiana que tem alto poder anti-inflamatório e antioxidante, graças a uma substância chamada curcumina. 

Esse pigmento reduz as reservas de gordura no corpo, acelera o metabolismo e ajuda no processo de digestão de proteínas.  Tudo isso faz com que seja um aliado de quem deseja perder peso. A cúrcuma ainda melhora a pele, protege o fígado e fortalece o sistema imunológico.

A receita leva também leite vegetal, que pode ser de arroz, amêndoas, castanhas, entre outros. Esse tipo de leite tem diversas vantagens em relação ao de origem animal, uma vez que não possui lactose e é livre de colesterol. As bebidas vegetais também são ricas em fibras, que auxiliam o funcionamento do intestino e combatem a prisão de ventre, e possuem baixo índice glicêmico.

Já a pimenta-do-reino e o óleo de coco potencializam a absorção da curcumina. A canela não apenas confere um sabor especial à preparação, como também possui antioxidantes, combate infecções, ajuda na digestão, entre outros benefícios.



Como preparar o leite dourado

Ingredientes:

1 colher (sopa) de mel
1 colher (chá) de cúrcuma em pó;
¼ colher (chá) de gengibre em pó;
¼ colher (chá) de canela em pó;
1 pitada de pimenta-do-reino;
2 colheres (sopa) de água fervente;
2 xícaras  (chá) de leite vegetal.

Modo de preparo:

Em uma tigela média, misture o mel, açafrão, gengibre, a pimenta-do-reino e canela. 

Misture bem e, em seguida, acrescente a água fervente para dissolver o mel. 

Junte o leite vegetal. 

Se quiser, adicione mais mel dissolvido em água fervente para adoçar.

Como consumir:

É importante consumir o leite dourado logo após a preparação, para que a bebida não perca suas propriedades nutritivas. Um copo por dia é a quantidade recomendada, para não afetar o metabolismo. 

Muitas pessoas preferem beber à noite, antes de dormir, uma vez que também colabora para uma boa noite de sono.


Vale ainda usar o leite dourado como base para outras receitas, como smoothies, bolos e chás.

Fonte: Jasmine Alimentos

Melatonina produzida no pulmão impede infecção pelo novo coronavírus



Um anos depois da descoberta do novo coronavírus (SARS-CoV-2), pesquisadores continuam a investigar formas de combater o agente infeccioso e procura novas terapias para os pacientes doentes. Agora, uma equipe de pesquisadores brasileiros descobriram que a melatonina, produzida no pulmão, pode agir como uma barreira natural contra o vírus da COVID-19. Isso porque o hormônio impediria a infecção das células do sistema respiratório.  

Em outras palavras, o hormônio impossibilita a infecção das células saudáveis pelo coronavírus, segundo o estudo realizado pelos pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e publicado na revista Melatonin Research. Como não acontece a infecção nesses casos, o sistema imunológico também não é ativado, o que permite que o vírus da COVID-19 permaneça ativo por alguns dias no trato respiratório e livre para encontrar outros hospedeiros, de preferência, mais desprevenidos.

Essa descoberta, por exemplo, ajuda a ciência a entender uma das origens para os casos assintomáticos. Afinal, há pessoas que não são infectadas ou que estão carregando o coronavírus — inclusive, com diagnóstico confirmado a partir de um teste do tipo RT-PCR —, mas não apresentam nenhum sintoma da COVID-19. Estes são alguns mistérios que começam a ser revelados agora.

“Constatamos que a melatonina produzida pelo pulmão atua como uma ‘muralha’ contra o SARS-CoV-2, impedindo que o patógeno entre no epitélio, que o sistema imunológico seja ativado e que sejam produzidos anticorpos”, explica a professora do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenadora do projeto, Regina Pekelmann Markus, para a Agência Fapesp.

“Essa ação da melatonina do pulmão também deve ocorrer com outros vírus respiratórios, como o da influenza”, pensa a pesquisadora Markus. No entanto, são necessários outros estudos para comprovar essa hipótese. 


Melatonina contra a COVID-19

Vale comentar que a melatonina é bastante popular e muito conhecida como o hormônio do sono, já que ele informa o organismo de que está escuro e o prepara para o repouso noturno. Inclusive, algumas pessoas consomem melatonina através de pílulas, em alguns tratamentos médicos. No entanto, a pesquisa brasileira não se refere a esse uso e, sim, do hormônio produzido no pulmão.

A partir de um estudo com roedores ainda na década de 1990, a pesquisadora Markus demonstrou que o hormônio produzido à noite pela glândula pineal, no cérebro, poderia ser produzido em outros órgãos, como no pulmão. De acordo com o novo estudo, é a melatonina produzida pelo pulmão que inibe a transcrição de determinados genes codificadores de proteínas e que são usados como portas de entrada do vírus no corpo.

Por outro lado, a descoberta abre, sim, a perspectiva de uso da melatonina administrada por via nasal – em gotas ou aerossol –, como um remédio mesmo, para impedir a evolução da COVID-19 em pacientes pré-sintomáticos. Caso os pesquisadores sigam por este caminho, será necessária uma série de estudos pré-clínicos e clínicos que comprovem a eficácia terapêutica do hormônio contra o coronavírus nesses formatos.

Para acessar o artigo completo, publicado revista Melatonin Research e apoiado pela Fapesp, clique aqui.

Fonte: Agência Fapesp  (Clique e saiba mais!

A administração pública e seus contratos durante o Covid-19


Luiz Eduardo da Silva*

É necessário ao gestor público que fique atento ao que pode realizar em termos de contratação ante o estado de calamidade pública decretado por conta da pandemia do coronavírus que estamos atravessando.

Cumprir contratos vigentes trará impactos naturais e crise certa no seu cumprimento em razão do momento que estamos passando. Em relação aos contratos mantidos pela administração pública o cenário é idêntico, talvez pior, sendo certo que já estão sendo ou serão diretamente ou indiretamente afetados.

Basta ver os contratos firmados com empresas que trabalham com produtos ou insumos importados, que tiveram seus custos elevados, refletindo na cadeia que precifica os produtos, que certamente não levaram em consideração a pandemia que provocou, mas principalmente a valoração do dólar.

Vale ressaltar que  empresas já contratadas também poderão ter problemas com a falta de insumos, seja em razão de desabastecimento de algum setor obrigatoriamente paralisado por não ser considerado essencial, ou ainda e sobretudo  pelo fato de boa parte das importações estarem com análise nas barreiras alfandegárias atrasada em razão da prioridade por medicamentos e produtos hospitalares.

Há ainda o risco de que as autoridades administrativas exijam o cumprimento do contrato nos moldes previamente estabelecidos. No entanto, deve-se enaltecer que a própria lei de licitações estabelece a possibilidade de restabelecimento do equilíbrio econômico financeiro dos contratos.

Prevê a lei de licitações, permissão de se formalizar pedido de restabelecimento do equilíbrio econômico financeiros nos contratos e com isso possibilitar que sejam revistas condições antes estabelecidas diante do que as mudanças traduzem, levando-se em conta a variação de moedas de câmbio e a imprevisibilidade que hoje norteia os contratos.

Considerando que os contratos trazem prazos e cronogramas assumidos com a administração pública, sugere-se que as empresas contratadas formalizem nos respectivos processos administrativos, pedidos de prorrogação de prazo para execução, instruindo com documentos que deem sustentação ao pleito, ainda que a calamidade pública seja evidente.

Respeitar o princípio da formalidade é necessário, já que as licitações exigem em suas regras que as alterações de qualquer natureza devem ser objeto de justificativa, para que não se adotem medidas visando apuração e aplicação de penalidade por atraso e cumprimento do contrato.

Portanto, havendo interferência do estado de calamidade pública, direta e ou indiretamente sobre o contrato, as alterações, quer para a dilação de prazo com as demonstrações devidas que ressaltem a imprevisibilidade e a força maior, como por exemplo abastecimento de insumos necessários ou justificados atrasos locais no fornecimento.  



A atitude de negociação, a prática colaborativa pois, será de grande valor que haja um esforço conjunto entre contratantes e contratados, deixando acima de tudo os requisitos trazidos no artigo 37 da Constituição Federal, visando seja  mantido o equilíbrio econômico dos contratos e a própria  saúde financeira dos envolvidos, sendo disponível inclusive, ferramentas como a mediação e a arbitragem, ainda que os contratos não prevejam sua utilização, possibilitada através da Lei 13.129/15 que alterou a lei de arbitragem e possibilitou ao Poder Público valer-se destes métodos de solução de disputas.

Com isso visa-se mais que nunca, evitar rescisão contratual ou suspensão temporária do contrato com base como previsto na Lei de Licitações.


Novos tempos, com novas ideias e novos métodos. Legais antes de tudo, mas com um viés de praticidade, rapidez, eficiência e segurança jurídica.


* LUIZ EDUARDO DA SILVA

Advogado, árbitro, Presidente do INSTITUTO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DO ALTO TIETE e da COMISSÃO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA OAB MOGI DAS CRUZES SP.




Coronavírus: Obesidade é grupo de alto risco. Entenda!


Idosos não são os únicos mais vulneráveis a covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. Pessoas com pelo menos um fator de risco associado, as chamadas comorbidades, também fazem parte desse grupo de risco.

E entre as doenças pré-existentes mais prevalentes em pacientes com o vírus, estão hipertensão, diabete melitus, doenças coronarianas e vasculares cerebrais, apontam estudos realizados na China.

Neste sentido, a obesidade - com as quais muitas dessas enfermidades estão intimamente ligadas - pode acabar se tornando um grande fator complicador para quem contrai o coronavírus, apontam especialistas.

Como resultado, países onde grande parte da população tem excesso de peso, como o Brasil, têm mais chances de registrar um maior número de mortes, acrescentam.

Segundo um levantamento recente do Ministério da Saúde, um em cada cinco brasileiros (19,8%) é obeso. Além disso, mais da metade da população (55,7%) tem excesso de peso.

De acordo com a pesquisa, houve um aumento de 67,8% no número de obesos nos últimos treze anos, saindo de 11,8% em 2006 para 19,8% em 2018. A alta foi maior entre os adultos de 25 a 34 anos e 35 a 44 anos, com 84,2% e 81,1%, respectivamente.



Em relação à diabetes, 7,7% da população adulta brasileira foi diagnosticada com a doença em 2018, um crescimento de 40% em relação ao ano de 2006 (5,5%). As mulheres apresentam maior percentual de diagnóstico (8,1%) do que em homens 7,1%. Em ambos os sexos, quanto mais jovem, menor o porcentual.

Os dados são Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018.

O parâmetro para avaliar a obesidade e o excesso de peso, segundo o Ministério da Saúde, é o Índice de Massa Corporal (IMC). Por meio dele, diz a pasta, "é possível classificar um indivíduo em relação ao seu próprio peso, bem como saber de complicações metabólicas e outros riscos para a saúde".

De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre covid-19, divulgado na segunda-feira (6 de abril), oito em cada dez brasileiros (78%) que morreram da doença apresentavam pelo menos um fator de risco associado.

A obesidade, por si só, não foi o principal fator de risco para pacientes acima de 60 anos - grupo que compõe a maioria dos mortos -, embora apareça na lista de comorbidades.

Mas doenças normalmente resultantes dela, sim.

Cardiopatias foram, por exemplo, a condição mais prevalente ligada às mortes investigadas entre aqueles que tinham mais de 60 anos (81% do total de mortos). Nessa mesma faixa etária, em segundo lugar vêm os diabéticos, seguido por quadros de pneumopatia e doenças neurológicas.

Entre os mais jovens, as comorbidades mais predominantes foram, nessa ordem: diabetes, cardiopatia e obesidade.



Doenças cardíacas

Nos Estados Unidos, o país que lidera o ranking mundial de obesidade, um número considerável dos mortos por covid-19 era obeso. O mesmo acontece no México, que ocupa a vice-liderança.

Conscientes dessa realidade, as autoridades de saúde de ambos os países alertaram sobre o problema no início da crise do coronavírus.

"Temos uma população com saúde cronicamente deteriorada, pesam contra nós a magnitude da epidemia de obesidade, sobrepeso, diabetes e, com elas, um conjunto de doenças crônicas como a hipertensão, que estão associadas às mesmas causas", disse o subsecretário de saúde do México, Hugo López-Gatell.

"O México, diferentemente de outros países, tem uma taxa muito alta de diabetes mellitus tipo 2, uma taxa de obesidade associada à hipertensão, com problemas respiratórios (...) para que pudéssemos ver mais casos aqui por esse motivo", concordou Cristian Morales, representante da OPAS/OMS no México.

Das quase 100 mortes no México até domingo, mais de 35% viviam com obesidade, hipertensão ou diabetes. Um grande número tinha duas ou até três comorbidades associadas.

Já nos EUA, o coronavírus tem sido muito mais letal em Nova Orleans, onde é registrada uma taxa de mortalidade duas vezes maior que a de Nova York, segundo a agência de notícias Reuters. E especialistas também apontam a obesidade na cidade de Louisiana como uma explicação.



Covid-19 e os obesos

"Definitivamente, é preocupante que pacientes com obesidade apresentem maior risco de complicações por infecções de covid-19", diz Salim Virani, professor da Baylor School of Medicine em Houston (EUA) à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

A obesidade, por si só, causa um estado de inflamação crônica no corpo. Isso afeta o funcionamento das células e de suas superfícies, que interrompem sua função natural de barreira protetora e facilitam o ataque de vírus como o coronavírus.

Também tem efeitos negativos no sistema imunológico, como a diminuição da produção de proteínas vitais para defender o corpo contra possíveis infecções.

Como explica o cirurgião bariátrico mexicano José Antonio Castañeda, o coronavírus entra no corpo aderindo à enzima conversora da angiotensina, localizada principalmente nos pulmões, rins e vasos sanguíneos.

O nível dessa enzima é aumentado em pacientes com diabetes, o que facilita a entrada e a infecção do novo coronavírus neles.

Virani, membro do Colégio Americano de Cardiologia, lembra ainda que quem sofre de obesidade severa pode ter os pulmões afetados para respirar normalmente, ou mesmo sofrer de apneia do sono e problemas de oxigenação.

Mark Lazarovich, especialista em imunologia do Centro Médico da Universidade de Vermont, nos EUA, destaca que alguns estudos sobre os efeitos da obesidade na gripe sugerem que esse fator de risco pode prolongar o tempo que os vírus permanecem em nossos corpos.

"Isso potencialmente aumenta o tempo que eles podem espalhar a doença para outras pessoas e também prolonga o tempo de internação dos casos mais graves nos hospitais", diz ele à BBC News Mundo, acrescentando que a mesma lógica poderia ser aplicada ao novo coronavírus.

Castañeda, que trata pacientes obesos nos últimos 15 anos, destaca que, além de estarem no grupo dos mais vulneráveis à infecção, há ainda "o problema do quão difícil são de tratar depois de adquirir o vírus".

"São pacientes que podem passar dias ou meses tentando combater a infecção", diz.

A obesidade geralmente está por trás de muitas das condições pré-existentes que foram definidas como de alto risco para a possível disseminação do coronavírus.

Assim, é um fator de risco conhecido para o desenvolvimento de hipertensão e doenças cardiovasculares. Ao mesmo tempo, alguns estudos sugerem que pessoas obesas têm três vezes mais risco de ter diabetes.

"Essas doenças estão totalmente conectadas. Sempre andam de mãos dadas", diz Castañeda, que realizou várias cirurgias para ajudar na perda de peso de Juan Pedro Franco, um jovem mexicano que já foi considerado o homem mais obeso do mundo.

O governo mexicano estima que 90% dos casos de diabetes mellitus tipo 2 no país são decorrentes do excesso de peso e obesidade. Doenças cardíacas e diabetes são as principais causas de morte entre a população mexicana. Cenário semelhante ocorre no Brasil.



O que fazer

Ciente dessa crescente vulnerabilidade, o Instituto Mexicano de Seguridade Social fez um apelo específico para que pessoas com obesidade fiquem em casa. No México, não há toque de recolher ou quarentena obrigatória.

Além das recomendações genéricas para lavar as mãos e manter distância de outras pessoas, os especialistas lembram que esse grupo deve tomar medidas extremas de prevenção por causa de seu sistema imunológico mais fraco.

A orientação das autoridades é que essas pessoas sigam uma dieta que contribua para aumentar suas defesas e tentar ser ativas em casa, exercitando-se por pelo menos 1h por dia.

"O diabético deve verificar sua dieta e seu nível de glicose. O hipertenso verificará sua pressão e seguirá uma baixa ingestão de sal. E o paciente obeso deve começar a se conscientizar fazendo atividades físicas, começando a comer bem e cuidando de si", explica Castañeda.

"Comemos demais e nos movimentamos muito pouco", acrescenta Lazarovich.

Segundo o governo mexicano, metade das 600 mil mortes registradas a cada ano no país está relacionada à má alimentação, principalmente devido ao excesso de sal, gordura, açúcar e calorias.

Na opinião da organização mexicana El Poder del Consumidor, essas doenças pioraram no país devido ao aumento da ingestão de produtos ultraprocessados e à falta de políticas públicas para impedir esse consumo.

"As pessoas acabam responsabilizadas pelo que comem, mas, na realidade, precisamos saber quais alimentos estão disponíveis. No México, temos um excesso de oferta monstruosa e monumental de alimentos industrializados com valor nutricional muito baixo e poder calórico muito alto", afirmou López-Gatell, do Ministério da Saúde do país.

Especialistas esperam que a crise do coronavírus deixe pelo menos uma lição aprendida para a população que sofre dessas doenças.

"Por causa do que está acontecendo, acredito que muitas pessoas se conscientizarão de como prevenir essas doenças ou, se já as tiverem, começarão a tomar decisões sérias por sua saúde. Mas o que esperamos é que isso acabe", conclui Castañeda.

Com reportagem de Marcos González Díaz, da BBC News Mundo no México.

Xarope caseiro para limpar os pulmões


Com a pandemia do Covid-19, as doenças respiratórias estão na pauta do dia. Afinal, o efeito nefasto do novo coronavírus é a pneumonia, que acontece de forma devastadora, caso a pessoa tenha uma baixa imunidade e outras doenças. 

E hoje a gente traz uma receita natural que ajuda a purificar os nossos pulmões, tão atacados no dia a dia pela poluição atmosférica e por outras substâncias que, infelizmente, respiramos nos vários ambientes que frequentamos. E que também é muito útil para os fumantes e, particularmente recomendada para quem parou de fumar e quer limpar seus pulmões.



Os pulmões da maioria de nós estão continuamente expostos à fumaça, poluição atmosférica e ou muitas outras substâncias que, infelizmente, respiramos nos vários ambientes que frequentamos. Mas a natureza pode nos ajudar a purificar esses órgãos importantes, a fim de expulsar a maioria das toxinas que respiramos todos os dias.

Este remédio caseiro permite eliminar, pelo menos em parte, as substâncias tóxicas acumuladas graças à presença de ingredientes antioxidantes e anti-inflamatórios, capazes também de de facilitar a eliminação do muco.

Ingredientes:

400 gramas de cebolas
2 colheres de chá de Cúrcuma
3 cm de raiz fresca de Gengibre
1 litro de água
400 gramas de açúcar mascavo ou 2/3 colheres de sopa de mel

É importante conhecer o papel de cada ingrediente presente na receita e, especificamente, porque eles são bons para os pulmões:

Gengibre: elimina o acúmulo de muco favorecendo sua expulsão. Possui qualidades antibacterianas, antissépticas e anti-inflamatórias. Excelente também em caso de tosse e dores de garganta;

Cúrcuma: tem propriedades antibacterianas, antivirais e antissépticas. Também purifica o sangue, evitando qualquer inflamação. Seu ingrediente ativo mais importante, a curcumina, reduz o estresse inflamatório oxidativo nos pulmões e protege contra certas doenças respiratórias;

Cebola: tem propriedades antitumorais e é excelente para combater problemas respiratórios. Especificamente, a cebola atua como um mucolítico e broncodilatador e tem propriedades anti-inflamatórias;

Açúcar e mel: o primeiro ingrediente tem o único propósito de tornar a bebida mais agradável, já o mel tem qualidades antibióticas, anti-inflamatórias e antioxidantes e é um supressor da tosse.

Como preparar o xarope

Antes de tudo, leve a água para ferver junto com o açúcar (se você usar mel, insira-o apenas ao final da preparação para que ele não perca suas qualidades nutricionais e propriedades medicinais).

Adicione as cebolas picadas, a raiz de gengibre ralada e as 2 colheres de chá de cúrcuma.

Leve para cozinhar em fogo baixo, girando ocasionalmente.

Uma vez que a água tiver sido reduzida em cerca de metade da quantidade inicial, desligue o fogo, filtre tudo e guarde a solução em uma jarra ou frasco de vidro.

Deixe esfriar à temperatura ambiente e, em seguida, mantenha em local fresco e seco ou, se a temperatura não o permitir, na geladeira.

Como tomar o xarope

Este remédio natural para purificar os pulmões deve ser tomado duas vezes ao dia, de manhã com o estômago vazio e poucas horas após o jantar (ou no meio da tarde), na dose de duas colheres de sopa.

Não se assuste com o cheiro muito forte, o gosto é de fato muito menos desagradável do que você possa imaginar.

Fonte: greenMe



Coronavírus: 10 alimentos que vão fortalecer seu organismo contra a pandemia


Com o crescimento da epidemia de coronavírus, uma das melhores maneiras de se prevenir, além das medidas de higiene, é fortalecer o sistema imunológico para que ele seja capaz de lutar contra o vírus. E a alimentação é um fator crucial na melhora da imunidade.

Diante disso, David Wiener, especialista de nutrição do Freeletics, aplicativo líder em exercícios físicos e estilo de vida com uso de inteligência artificial, indica 10 alimentos que ajudam a fortalecer a imunidade, para deixar seu corpo mais preparado para lutar contra vírus e bactérias.

Açaí
Uma pequena fruta com um grande impacto. Os antioxidantes encontrados nessa fruta típica da região amazônica protegem as células e, portanto, defendem o organismo contra vírus e bactérias. Com uma composição química melhor do que os outros frutos silvestres, como morangos ou framboesas, o açaí é a alternativa perfeita para um organismo saudável lutar contra doenças.

Amêndoas
Contendo quase 50% da recomendação diária de vitamina E em apenas um copo, as amêndoas não só melhoram o sistema imunológico, como também ajudam a reduzir o estresse.

Brócolis
Fonte de vitamina A, C e da antioxidante glutationa, o brócolis é um impulsionador básico do sistema imune. Para garantir que você tenha o suficiente desses benefícios, opte pelo brócolis como acompanhamento sempre que possível.

Kiwi
A vitamina C é necessária para o bom funcionamento do sistema imunológico. Por isso o kiwi, que contém 50% da quantidade diária recomendada de vitamina C em uma unidade, vai te ajudar a se manter fortalecido contra os vírus, além de ser super saboroso.

Acerola
A acerola, também com alto teor de vitamina C e minerais, é usada como suplemento vitamínico para fortalecimento do sistema imunológico e é ideal para cuidados com a pele. Uma sugestão é adicionar ao suco verde para dar à bebida um toque cítrico.

Gengibre
O gengibre é um alimento conhecido por aquecer de dentro pra fora e pode fazer suar em um dia frio. Essa é uma das razões pela qual é tão eficaz para curar um resfriado. Esse tipo de transpiração não só estimula a desintoxicação, como contém um agente bactericida que ajuda a combater infecções. Por isso, uma boa ideia é adicionar o gengibre a chás, sobremesas e molhos: ajuda a incrementar os preparos e fortalecer a imunidade.

Cúrcuma
A cúrcuma é um ingrediente mais conhecido no preparo de molhos e é uma das especiarias mais saudáveis que existem. A curcumina, princípio ativo presente na cúrcuma, tem ação antiviral, antifúngica e anti-inflamatória. Todas estas ações melhoram o sistema imune.

Mirtilos
Sendo um dos superalimentos mais conhecidos, os mirtilos têm muitos benefícios, entre eles, também ao sistema imunológico. Junto com o açaí e a acerola, eles estão em primeiro lugar no mundo dos antioxidantes.

Alho
Um dente de alho contém 5 mg de cálcio, 12 mg de potássio e mais de 100 compostos sulfúricos, por isso, é usado há anos para a prevenção de diversas doenças. Ele é mais efetivo cru, então experimente colocá-lo em molhos ou na guacamole, por exemplo.

Iogurte
O que difere o iogurte dos outros laticínios? Os probióticos do iogurte são bactérias saudáveis que protegem o intestino e lutam contra microorganismos patógenos, ou seja, que causam doenças. Nestes termos, eles ajudam a fortalecer todo o sistema imune.

Fonte: RicMais

Sistema imunológico forte é sua melhor defesa, sempre!


No Dicas Bem Viver a gente defende a boa alimentação como a base da saúde. Afinal, como já dizia Hipócrates, considerado o pai da medicina: "Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio". E é em momentos como este que, infelizmente estamos vivendo, de pandemia mundial do Covid-19 (o novo coronavírus), que as pessoas são obrigadas a pelo menos refletir sobre a importância da boa alimentação para o fortalecimento do seu sistema imunológico e da sua saúde, como um todo. Pelo menos, esperamos que assim seja!

Então, para te ajudar neste momento, quer você seja leitor do DBV ou esteja passando pela primeira vez, hoje vamos reforçar os principais nutrientes necessários para compor o seu cardápio. Confere!




O QUE COMPOR SUA ALIMENTAÇÃO

Para começar, deixa eu te falar uma boa notícia: os nutricionistas recomendam comer o típico prato brasileiro, o nosso queridinho e tradicional "arroz com feijão". É que é muito bom juntar leguminosas (feijão, soja, ervilha, grão de bico) com cereais, como arroz e milho, pois um complementa o outro. Um pouco de salada e uma proteína e eis aí uma boa refeição! Brasileiríssima!

Gostou? Então confere os grupos essenciais na sua dieta!  

Proteínas: alimentos de origem animal (carne vermelha e branca, leite, ovos) e leguminosas (feijão, soja, ervilha, grão de bico).

Zinco: carnes de todos os tipos, principalmente a vermelha, derivados de animais e frutos do mar.

Magnésio: leguminosas, oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas) e verduras folhosas.

Selênio: a principal fonte é a castanha do Pará ou do Brasil.

Vitamina A: está presente em fontes de gordura (queijo, gema do ovo) e em vegetais de coloração alaranjada, como manga, mamão e cenoura.

Vitamina C: o micronutriente mais famoso quando citamos imunidade é ofertado por frutas cítricas (laranja, mexerica, maracujá, limão, abacaxi).

Complexo B: É composto por várias vitaminas disponíveis em todos os grupos. Então é necessário ingerir um pouco de cada. E um detalhe importante: como a vitamina B12 é encontrada apenas em alimentos de origem animal, os veganos precisam fazer suplementação, com orientação profissional.





CONHEÇA NOSSOS CONTEÚDOS!

Aqui no DBV temos várias matérias sobre Alimentação Saudável, Vida Saudável DBV, Receitas DBV e também Saúde e te convidamos a fuçar os conteúdos e aproveitar, ao máximo, as nossas dicas.

Volte sempre e cuide-se! Quem ama, cuida! 

Até mais!!


Governo Federal disponibiliza R$ 50 milhões para pesquisas contra o coronavírus e outras doenças respiratórias.


A partir de hoje, pesquisadores de todo o país já podem inscrever projetos de enfrentamento ao coronavírus (COVID-19) para receber recursos do Governo Federal. Por meio de uma parceria entre os ministérios da Saúde (MS) e de Ciência, tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) serão investidos R$ 50 milhões no financiamento de onze linhas temáticas, que incluem, por exemplo, o desenvolvimento de novos métodos de prevenção e controle, diagnóstico, tratamento e vacinas contra coronavírus e outras doenças respiratórias.

As propostas podem ser encaminhadas até o dia 27 de abril na Plataforma Carlos Chagas. O resultado final será divulgado em 15 de junho de 2020 (CLIQUE AQUI para acessar EDITAL e FAZER A INSCRIÇÃO).

“Além da busca de soluções para a pandemia mundial, a chamada pública contribui com o fortalecimento da ciência do Brasil. Oportuna o avanço do conhecimento, a formação de recursos humanos, a geração de produtos nacionais e a formulação, implementação e avaliação de ações públicas voltadas para a melhoria das condições de saúde da população brasileira”, afirmou Camile Giaretta, diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde.

Podem participar pesquisadores que tenham o título de doutor ou livre docência e que sejam vinculados a Instituições Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT), públicas ou privadas sem fins lucrativos, podem participar.

Devido à emergência de saúde pública provocada pela infecção por coronavírus, as pesquisas contratadas por essa chamada pública devem informar seus resultados parciais e finais ao longo do desenvolvimento. Isso porque suas evidências serão relevantes para a tomada de decisão e também para a gestão em saúde no atendimento de pacientes e contenção da transmissão da doença. O banco de dados dos estudos também deverá ser disponibilizado ao Ministério da Saúde, quando solicitado.


FINANCIAMENTO DA CHAMADA PÚBLICA

Nas linhas 1, 2, 3 e 4 de pesquisa serão apoiados projetos com valor até R$ 2 milhões. E, se envolver ensaios clínicos, o financiamento pode chegar a R$ 8 milhões. Para as demais linhas, o valor máximo das propostas será de R$ 2,5 milhões.

Os critérios que definirão a contratação dos estudos, além do mérito científico, baseiam-se na aplicabilidade para o SUS, potencial impacto e relevância do projeto para o aprimoramento da atenção à saúde e vigilância da COVID-19, perspectiva de impacto positivo nas condições de saúde da população e participação em rede ou em estudos multicêntricos ou com abrangência nacional.

Dos R$ 50 milhões que serão investidos no financiamento das pesquisas, R$ 20 milhões são do Ministério da Saúde e outros R$ 30 milhões procedem do MCTIC.

Fonte: Agência Saúde/Ministério da Saúde

Isolamento vertical será adotado em algumas regiões. Entenda!


Parece que, finalmente, o Ministério da Saúde está dando ouvidos ao presidente Bolsonaro, que vem recomendado o isolamento vertical como medida mais sábia, para evitar o colapso econômico do Brasil, que trará efeitos colaterais muito piores e mais duradouros do que o próprio Covid-19.Nesta segunda-feira (6), o Ministério da Saúde apresentou novos critérios para o Distanciamento Social, adotando ações diferenciadas de acordo com a situação de cada região

Assim, o Distanciamento Social Ampliado (DAS), quando todos os setores da sociedade precisam permanecer na residência enquanto durar a decretação da medida pelos gestores locais, também conhecido como isolamento horizontal, fica recomendado para os locais onde os casos efetivamente confirmados tenha impactado mais que 50% da capacidade instalada do sistema de saúde local, evitando assim o colapso no atendimento das regiões mais afetadas

Porém, nos locais onde os casos confirmados não tenham impactado em mais de 50% da capacidade do sistema de saúde, o Ministério da Saúde indica a transição para o Distanciamento Social Seletivo (DSS), o isolamento vertical. Nestes casos, apenas alguns grupos ficam isolados, com atenção aos de maior risco de agravamento da doença, como idosos e pessoas com doenças crônicas (diabetes e hipertensão) ou condições de risco, como obesidade e gestação de risco. Pessoas abaixo de 60 anos podem circular livremente, se estiverem assintomáticos.


Para o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, as medidas devem ser proporcionais à realidade apresentada em cada município, cada região e cada capital. “Discutimos melhor com os estados e municípios de maneira em que não se tomasse medidas idênticas para situações completamente diferentes”, pontuou João Gabbardo.

“Nós criamos parâmetros de circulação de vírus e parâmetros de utilização de leitos que possam possibilitar que o gestor tome essas medidas de quarentena com mais segurança. Para tomarmos essa atitude precisamos estar seguros do ponto de vista de EPIs, leitos de retaguarda, de UTI, e recursos humanos”, destacou o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo.

Até o momento, somente os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas e Distrito Federal estão apresentando situação próxima entre a ocorrência de epidemia localizada para evolução a proporções maiores. O Brasil, de forma geral, se encontra na fase de epidemias localizadas. A duração e a gravidade de cada fase da pandemia poderá variar dependo da resposta local de saúde pública.


CUIDADO COM O VÍRUS DA CORRUPÇÃO

Cabe a população fiscalizar a real situação de sua cidade, bem como o uso do dinheiro público utilizado pelos governos federal, estaduais e municipais. Ao decretar estado de calamidade, os gestores podem fazer compras sem licitação e com preços acima do valor de mercado, e a gente bem sabe que nosso país tem um vírus que é o mais mortal de todos: a corrupção!!

Façamos nossa parte contra o Covid-19, mas também fiquemos de olhos bem abertos com o uso do nosso dinheiro! 

Até mais!!


Covid-19: qual máscara a ser usada?


O uso de máscaras tem sido adotado como uma boa forma de prevenção contra o contágio do Covid-19. Alguns países, como China, Áustria, Coréia do Sul, Japão e EUA, adotaram o uso da máscara cirúrgica por toda a população.

Mas o diretor-geral da OMS (Organização Mundial de Saúde), Tedros Adhanon, adverte que o uso generalizado das máscaras cirúrgicas pela população vai causar um colapso no fornecimento das mesmas no mercado mundial, prejudicando os profissionais de saúde, que são os que realmente precisam deste equipamento, por estarem em contato direto com pessoas infectadas. Profissionais de saúde contaminados irão causar um colapso no sistema de saúde, que ficará sem profissionais para o atendimento.


MÁSCARAS N95

Também é importante frisar que as máscaras N95 devem ser de uso exclusivo dos profissionais de saúde em procedimentos de aspiração, quando vai entubar ou colher secreção de um paciente, por exemplo, pois elas são as que oferecem melhor proteção, mas não devem ser usadas de forma irrestrita, pois também dificultam a ventilação, podendo agravar o contágio quando usada de forma incorreta.

Pessoas com sintomas de gripe ou em tratamento domiciliar do Covid-19 podem usar a máscara cirúrgica, mas as demais pessoas, como forma de prevenção, devem usar a máscara caseira, feita com tecido grosso e em dupla face, lavável, mas somente ao sair de casa, ou quando estiverem com pessoas com sintomas em casa.


MÁSCARAS CASEIRAS

O Ministério da Saúde divulgou algumas recomendações para a confecção da sua máscara caseira. Confira!

Em primeiro lugar, é preciso dizer que a máscara é individual. Não pode ser dividida com ninguém, nem com mãe, filho, irmão, marido, esposa etc. Então se a sua família é grande, saiba que cada um tem que ter a sua máscara, ou máscaras;

A máscara deve ser usada por cerca de duas horas. Depois desse tempo, é preciso trocar. Então, o ideal é que cada pessoa tenha pelo menos duas máscaras de pano;

Mas atenção: a máscara serve de barreira física ao vírus. Por isso, é preciso que ela tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja, dupla face;

Também é importante ter elásticos ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca. Desse jeito, o pano estará sempre protegendo a boca e o nariz e não restarão espaços no rosto;

Use a máscara sempre que precisar sair de casa. Saia sempre com pelo menos uma reserva e leve uma sacola para guardar a máscara suja, quando precisar trocar;

Chegando em casa, lave as máscaras usadas com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 20 minutos.

Para cumprir essa missão de proteção contra o coronavírus, vale desmanchar aquela camisa velha, calça jeans antiga, cortina, o que for, desde que atenda as medidas recomendadas, que cubra o nariz e a boca.

O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e nariz e que estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais.


FAÇAMOS A NOSSA PARTE

“Você pode fazer uma máscara ‘barreira’ usando um tecido grosso, com duas faces. Não precisa de especificações técnicas. Ela faz uma barreira tão boa quanto as outras máscaras. A diferença é que ela tem que ser lavada pelo próprio indivíduo para que se possa manter o autocuidado. Se ficar úmida, tem que ser trocada. Pode lavar com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 20 minutos. E nunca compartilhar, porque o uso é individual”, explica o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

“Máscaras de pano para uso comunitário funcionam muito bem e não são caras de fazer. Porque, agora, é lutar com as armas que a gente tem. Não adianta a gente lamentar que a China não está produzindo. Vamos ter que criar as nossas armas, e elas serão aquelas que nós tivermos”, completou Mandetta.

Bem, façamos a nossa parte!


Até mais!!

Qual é a diferença entre covid-19, gripe e resfriado?


Infelizmente, não para de crescer o número de pessoas infectadas pela doença do momento, a covid-19, causada pelo novo coronavírus. Obviamente, outros microorganismos, mais comuns no nosso cotidiano, como os que causam gripes e resfriados, seguem circulando. O problema é que essas três enfermidades podem causar reações parecidas no organismo humano, e isso pode deixar muita gente confusa.

Por isso, o Ministério da Saúde criou uma cartilha explicando quais sintomas são mais comuns e os que são mais raros em cada uma dessas três doenças. Isso contribui para a população fique mais bem informada e não haja superlotação nos hospitais e outras unidades de saúde.

De acordo com as informações do órgão, febre é uma das reações que pode aparecer em quem tem covid-19 e gripe, mas raramente ocorre em quem está resfriado. Já os espirrros, são mais comuns em resfriados, mas raros nos casos de gripes e covid-19. Nariz entupido é recorrente no resfriado, pode aparecer nas gripes, mas não é comum em quem tem covid-19. Por sua vez, dor de cabeça é rara em resfriados, surge com frequência nas gripes e pode atingir os infectados por covid-19.

O Ministério da Saúde reforça que, caso uma pessoa se enquadre na maioria dos sintomas comuns à covid-19, é primordial que siga as orientações corretas e procure uma unidade de saúde para receber orientação especializada. 

Confira abaixo alguns sintomas e saiba se eles são mais comuns ou raros nos casos de covid-19, gripes e resfriados:


Febre

Coronavírus (covid-19): COMUM
Resfriado: RARO
Gripe: COMUM

Cansaço

Coronavírus (covid-19): ÀS VEZES
Resfriado: ÀS VEZES
Gripe: COMUM

Tosse

Coronavírus (covid-19): COMUM (geralmente seca)
Resfriado: LEVE
Gripe: COMUM (geralmente seca)

Espirros

Coronavírus (covid-19): RARO
Resfriado: COMUM
Gripe: RARO

Dores no corpo e mal-estar

Coronavírus (covid-19): ÀS VEZES
Resfriado: COMUM
Gripe: COMUM

Coriza ou nariz entupido

Coronavírus (covid-19): RARO
Resfriado: COMUM
Gripe: ÀS VEZES

Dor de garganta

Coronavírus (covid-19): ÀS VEZES
Resfriado: COMUM
Gripe: ÀS VEZES

Diarreia

Coronavírus (covid-19): RARO
Resfriado: RARO
Gripe: ÀS VEZES (em crianças)

Dor de cabeça

Coronavírus (covid-19): ÀS VEZES
Resfriado: RARO
Gripe: COMUM

Falta de ar

Coronavírus (covid-19): ÀS VEZES
Resfriado: RARO
Gripe: RARO

Fonte: Revista Encontro