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O que os oceanos escondem sobre envelhecimento saudável?


Episódio 02 — A Nova Longevidade Feminina

Quando pensamos em longevidade, normalmente olhamos para hospitais, laboratórios ou academias.

Mas algumas das descobertas mais promissoras podem estar em um lugar completamente diferente.

Debaixo d'água.

Os oceanos cobrem mais de 70% do nosso planeta e ainda conhecemos apenas uma pequena parte deles.

Ali vivem organismos capazes de sobreviver em condições extremas, produzir substâncias únicas e desenvolver estratégias de adaptação que a ciência estuda há décadas.

Algas, corais, esponjas marinhas e milhares de micro-organismos escondem compostos naturais que inspiram pesquisas sobre inflamação, regeneração celular, proteção do cérebro e envelhecimento saudável.

Não significa que exista um "segredo da juventude" escondido no fundo do mar.

A ciência é muito mais cuidadosa do que isso.

Mas significa que a natureza continua sendo uma das maiores fontes de inspiração para entender como preservar a saúde ao longo da vida.

Curiosamente, o oceano também nos ensina outra lição.

Ele funciona como um grande ecossistema.

Tudo está conectado.

As correntes.

A temperatura.

Os nutrientes.

A biodiversidade.

Com o nosso corpo acontece algo parecido.

Sono, alimentação, movimento, saúde mental, microbiota intestinal, relações sociais e propósito não funcionam de forma isolada.

Eles conversam entre si o tempo todo.

Talvez seja por isso que a longevidade não possa ser resumida a um único suplemento, uma dieta milagrosa ou um exame.

Ela nasce do equilíbrio.

E a natureza parece repetir essa mensagem em todos os lugares.

No espaço.

Nos oceanos.

Nas florestas.

E também dentro de nós.

Na próxima semana, nossa viagem continua.

Vamos conhecer um dos lugares mais estudados do mundo quando o assunto é viver bem por muitos anos.

As famosas Blue Zones.

Porque...

Longevidade não é sobre desafiar o tempo.

É sobre continuar apaixonada pela vida.

Márcia Cruz
Jornalista | Dicas Bem Viver



Confira AQUI o Episódio 01 - 🚀 O que os astronautas podem nos ensinar sobre longevidade?.



O que os astronautas podem nos ensinar sobre longevidade?

 

Por Márcia Cruz

O espaço pode parecer o lugar menos provável para aprender sobre envelhecimento saudável.

Mas, curiosamente, é exatamente lá que alguns dos estudos mais interessantes sobre o corpo humano estão acontecendo.

Quando pensamos em astronautas, imaginamos foguetes, planetas distantes e tecnologia de ponta. Raramente pensamos em longevidade.

No entanto, viver durante meses em um ambiente sem gravidade representa um enorme desafio para o organismo. Os músculos enfraquecem, a densidade óssea diminui, o sono pode ser afetado, o sistema imunológico muda e até a forma como o cérebro responde ao ambiente sofre alterações.

Por isso, as missões espaciais se transformaram em verdadeiros laboratórios da saúde humana.

Enquanto pesquisadores buscam maneiras de manter astronautas saudáveis no espaço, muitas dessas descobertas acabam ajudando também quem vive aqui na Terra.

É fascinante perceber que os mesmos pilares estudados pela ciência espacial fazem parte das recomendações para uma vida mais longa e saudável.

Dormir bem.

Manter a musculatura ativa.

Preservar a saúde dos ossos.

Controlar processos inflamatórios.

Ter uma alimentação equilibrada.

Cuidar da saúde mental.

Não parece uma receita futurista.

Parece exatamente aquilo que ouvimos dos especialistas em medicina preventiva.

Talvez porque o nosso corpo, esteja ele em uma estação espacial ou na rotina acelerada das grandes cidades, continue obedecendo às mesmas leis da biologia.

A tecnologia evolui.

Os desafios mudam.

Mas a necessidade de cuidar do corpo, da mente e das emoções continua sendo essencial.

Isso me faz pensar em uma pergunta.

Será que precisamos viajar para Marte para aprender a cuidar melhor da nossa saúde?

Provavelmente não.

Mas talvez possamos aprender com quem se prepara para enfrentar ambientes extremos.

Os astronautas seguem rotinas rigorosas de exercícios físicos, alimentação planejada, monitoramento constante da saúde, controle do estresse e protocolos para preservar o sono.

São hábitos simples.

Executados com disciplina.

E isso talvez seja uma das maiores lições que a ciência espacial nos oferece.

A longevidade não nasce de uma solução milagrosa.

Ela é construída todos os dias, em pequenas escolhas.

No fundo, a grande descoberta não é sobre viver em outro planeta.

É descobrir como viver melhor neste.

Porque a verdadeira exploração continua sendo aquela que fazemos dentro da nossa própria vida.

E talvez a maior missão não seja chegar mais longe.

Mas chegar aos próximos anos com saúde, autonomia, curiosidade e vontade de continuar vivendo novas experiências.

Longevidade não é sobre desafiar o tempo.

É sobre continuar apaixonada pela vida.



A nova longevidade feminina está mudando tudo. E talvez ainda não tenhamos percebido.



Por Márcia Cruz

Outro dia me peguei pensando em como a visão que tínhamos sobre envelhecer mudou completamente.

Quando eu era mais jovem, chegar aos 60 anos parecia significar desacelerar. Era quase como entrar em uma fase em que as grandes realizações já tinham ficado para trás.

Mas a realidade que vejo hoje é muito diferente.

Eu estou prestes a completar 60 anos e, sinceramente, me sinto vivendo uma das fases mais interessantes da minha vida.

Tenho novos projetos, novos sonhos, novas metas. Estou aprendendo sobre inteligência artificial, criando conteúdos, planejando livros, desenvolvendo negócios e descobrindo possibilidades que sequer existiam quando eu tinha 30 anos.

E não sou um caso isolado.

Cada vez mais mulheres estão chegando aos 40, 50, 60 e até 70 anos com uma energia, uma autonomia e uma disposição que não eram comuns nas gerações anteriores.

Isso me levou a conhecer um conceito que vem ganhando força em todo o mundo: o Healthspan.

Talvez você nunca tenha ouvido essa palavra.

Enquanto "lifespan" significa o tempo que vivemos, "healthspan" representa o tempo que vivemos com saúde, independência, mobilidade, clareza mental e qualidade de vida.

E essa diferença muda tudo.

Porque o objetivo já não é apenas viver mais.

É viver melhor.

É continuar viajando, trabalhando, aprendendo, criando, se apaixonando pela vida e realizando sonhos em qualquer idade.

É poder subir uma escada sem dificuldade.

É manter a força muscular.

É preservar a memória.

É dormir bem.

É ter energia para brincar com os filhos, netos ou simplesmente aproveitar uma caminhada ao ar livre.

Nos últimos anos, também começamos a falar mais abertamente sobre temas que antes eram cercados de tabus, como menopausa, reposição hormonal, saúde mental, exercícios de força e alimentação voltada para a longevidade.

E isso é uma excelente notícia.

Porque informação de qualidade ajuda mulheres a fazer escolhas mais conscientes sobre a própria saúde.

Aqui no Dicas Bem Viver, quero abrir uma conversa sobre esse tema.

Não como médica.

Não como especialista que tem todas as respostas.

Mas como jornalista, pesquisadora e mulher que também está vivendo essa nova fase da vida.

Quero compartilhar descobertas, estudos, entrevistas, experiências e reflexões sobre aquilo que realmente pode nos ajudar a viver mais e melhor.

Afinal, a nova longevidade feminina não é apenas sobre acrescentar anos à vida.

É sobre acrescentar vida aos anos.

E eu acredito que essa pode ser uma das conversas mais importantes que teremos por aqui nos próximos tempos.

Porque, no fim das contas, envelhecer é inevitável.

Mas a forma como escolhemos viver essa jornada faz toda a diferença.

E eu quero explorar esse caminho junto com você.

Afinal, Bem Viver é preciso.

Termostato Financeiro: Porque algumas pessoas enriquecem e outras não?



Alguma vez você já se perguntou porque algumas pessoas enriquecem e outras não? Porque algumas pessoas parecem ter o fluxo da prosperidade em suas vidas enquanto outras vivem sempre endividadas, mesmo que ganhem bem? A resposta, acredite, está dentro de cada um de nós!! A nossa forma de pensar e lidar com o dinheiro influencia totalmente nossos resultados financeiros.  

E hoje eu quero falar com você sobre Termostato Financeiro e sobre como você pode melhorar o seu.


TERMOSTATO FINANCEIRO

Primeiro vamos entender o que é um termostato. Ele é um dispositivo utilizado para manter constante a temperatura de um determinado sistema, através de regulação automática (preste atenção nisto!), impedindo que a temperatura varie além de certos limites preestabelecidos, corrigindo os desvios de temperatura. São eles que controlam a temperatura dos refrigeradores, ferros elétricos, ar condicionado e muitos outros equipamentos que usamos em nosso dia a dia.

E o que é o termostato financeiro? É o seu padrão mental, as suas crenças financeiras, que regulam, automaticamente (preste atenção nisto!!), a sua “temperatura”, a sua realidade financeira. Se os seus resultados financeiros não são os que você deseja, pare agora com toda e qualquer desculpa e regule seu termostato, ou seja, a sua forma de pensar sobre dinheiro e riqueza.


COMO O TERMOSTATO FINANCEIRO FUNCIONA

Porque eu fiz questão de frisar sobre o termostato regular a temperatura automaticamente? Porque é assim que o termostato financeiro acontece em nossas vidas, de forma inconsciente, sem nos darmos conta do que fazemos, mas sentindo os efeitos em nossos resultados efetivos.

Um bom exemplo disto são ganhadores de loteria. Pesquisadores da Universidade Vanderbilt, dos Estados Unidos, descobriram que cerca de um terço dos ganhadores de loteria vão à falência apenas alguns anos depois de receberem os primeiros milhões.

E porque isto acontece? Porque dentro deles não existe a mentalidade de prosperidade. Embora tenham ganho uma fortuna, no fundo eles estão cheios de crenças limitantes em relação ao dinheiro e, inconscientemente, vão fazer de tudo para perderem o que ganhou e voltar a ter a quantidade de dinheiro com a qual conseguem lidar com mais facilidade, que é a sua “temperatura preestabelecida”, ou seja, o padrão que eles têm dentro de si mesmos em relação ao dinheiro. Isto tudo inconscientemente pois, como destaquei, o termostato funciona de forma automática!!

Pensemos agora numa pessoa que tem um padrão de mentalidade rica e também perde tudo, por algum motivo. Como o termostato dela é de riqueza, ela vai conseguir refazer sua fortuna. Seu padrão interno é de prosperidade e sua mentalidade vai trabalhar neste sentido, de focar nas oportunidades, no planejamento e nas ações efetivas que o levarão de volta ao seu equilíbrio interno.

A pessoa que tem a mentalidade pobre vai encontrar desculpas para se lamentar e, geralmente, vai culpar as circunstâncias ou outras pessoas pelo seu fracasso, ou endividamento.

A pessoa que tem a mentalidade rica, por sua vez, vai aprender com os erros, realinhar seus planos e seguir em frente. Ela pensa: eu sei ganhar dinheiro e vou conquistar tudo de novo!!  

O fato é que se nossas crenças estão programadas para que cheguemos até certo grau de sucesso financeiro, é até lá que vamos conseguir chegar. Podemos até passar do limite preestabelecido por um tempo, mas logo retornaremos ao patamar gravado em nosso termostato.


COMO MUDAR NOSSO TERMOSTATO FINANCEIRO

Problema identificado, vamos à solução! A primeira etapa a gente já fez até aqui: conscientização e entendimento. “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” é um princípio básico de libertação. Para você lidar com um problema, seja ele qual for, o primeiro ponto é reconhecer que ele existe e entender o problema.

A segunda etapa é querer mudar a situação. "Ninguém pode convencer ninguém a mudar. Os portões da mudança só podem ser abertos de dentro para fora", como bem disse Stephen Covey.

Nesta etapa, é fundamental você entender que seus pensamentos representam apenas o seu aprendizado até agora, mas que você pode e deve mudar seu padrão de pensamento a seu favor. Procure entender como você realmente vê o dinheiro e a riqueza na sua vida, e as emoções ligadas a isto, se são negativas ou positivas.

Um terceiro passo fundamental é o comprometimento com a mudança e com o seu sucesso e resultados efetivos. Os ricos assumem o compromisso de serem ricos pois elas vêm a riqueza como algo positivo, que potencializa seus sonhos e metas, e trabalham para isto, pois sabem que seus resultados dependem de sua mentalidade e atitudes.

As pessoas de mentalidade pobre, por outro lado, gostariam de ser ricas, mas ficam apenas na vontade. E, como vimos, mesmo que consigam ficar ricas, se continuarem com o termostato de pobreza, é assim que irão ficar, mais dia, menos dia.


DINHEIRO NÃO TRAZ FELICIDADE

Para encerrar eu trago uma frase que é muito usada de forma pejorativa e que acaba funcionando como uma grande crença limitante em relação ao dinheiro. E como eu quero que você mude sua forma de lidar com o dinheiro, o caminho é fazer você ressignificar seu entendimento.

No livro “Os segredos da mente milionária”, T. Har Eker diz que a razão ou motivação para enriquecermos ou fazer sucesso é crucial. “Se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade”, diz ele. E por quê? Porque o problema não está no dinheiro e sim nas emoções negativas que você tem e precisa resolver.

Entenda uma coisa que a Escritura diz: a raiz de todos os males está no amor ao dinheiro.  No amor e não no uso do dinheiro, pois dinheiro é uma coisa, e emoção é outra!! Dinheiro a gente faz com nosso trabalho, investimentos,  ideias, criatividade, empreendedorismo etc. Dinheiro a gente usa; pessoas a gente ama. E o amor a gente começa dentro de nós, amando o próximo como a nós mesmos. Como bem dizia minha mãe, minha Maroquinha (in memoriam): “a gente não dá o que não tem!”.

O dinheiro, na verdade, potencializa nosso poder de ação. Mas se você for mesquinho, trapaceiro e antiético, o problema está em você, e não no dinheiro, em si. Dinheiro é uma coisa, e emoção e caráter é outra!!

Como esse assunto é extenso, e muito importante, na próxima postagem falarei um pouco mais sobre as mudanças necessárias para que você consiga identificar melhor as crenças limitantes em relação ao dinheiro (acredite, são muitas!!) e dá um fim nelas. Combinado?

Até a próxima postagem!

Queremos o amor, mas estamos prontos para, de fato, amar?!


Quando eu escrevia poemas na adolescência, teve uma frase que me marcou e ficou até hoje: que o nosso amor não destrua nossas diferenças, e que as nossas diferenças não destruam o nosso amor. E, cada vez que paro e reflito sobre essa frase, ela se amplia e amadurece, e se consolida como uma excelente definição do que é o amor, na prática.

Afinal, o amor vai além da paixão e envolve uma relação madura entre pessoas que aprendem a amar as particularidades de cada um. O amor também vai além da relação amorosa entre duas pessoas que se enamoram e envolve desde o amor próprio ao amor entre pais e filhos, irmãos, amigos e a própria vida.

Mas hoje eu quero focar no amor entre um casal e o porquê, embora no fundo busquemos o amor, acabamos nos perdendo em meio ao caminho com ilusões e paixões, resultando em relacionamentos que nos levam a sofrer, a nos decepcionarmos e a achar que o amor não passa de ilusão e utopia. E esta que é a verdadeira utopia, já que o amor é inerente ao ser humano!

AMOR X PAIXÃO: AFINAL, O QUE É O AMOR?


A gente gosta de classificar as coisas e estabelecer padrões, sejam eles de beleza, de status quo, de padrão emocional e também de parceiro ideal, no qual idealizamos qualidades, forma física, padrão cultural e financeiro, mas jamais pensamos nos defeitos, como se eles não fossem inerentes a todos os seres humanos, já que somos todos aprendizes e estamos em processo de amadurecimento.

Queremos alguém que nos complete, que seja nossa “cara metade”. Alguém que nos entenda sem a necessidade de muitas palavras. Que nos suporte nos momentos mais difíceis e que nos transborde ainda mais nos momentos de felicidade. Alguém que podemos contar nos bons e maus momentos. Alguém que a gente ame conversar. Alguém que a gente possa confiar. Alguém que a gente possa sorrir, mas também chorar junto. Alguém que a gente ame fazer amor, pois o sexo faz parte do relacionamento amoroso e é uma parte importante. Alguém que a gente possa compartilhar experiências, e também tempo de vida, pois a gente quer amar até que a morte nos separe!!...

Esta é a essência do que realmente buscamos no amor, mas deixamos de perceber os sinais do coração, onde as almas se comunicam, para focar em outras coisas, como beleza física, ou padrões financeiros e/ou culturais, ou para sentimentos que não sustentam, de fato, uma relação.

“Querer alguém por sua beleza não é amor, é paixão. Querer alguém por sua inteligência não é amor, é admiração. No entanto, querer sem saber por que, é amor.”

AH, A PAIXÃO!!...


Queremos o amor, mas focamos na paixão porque nos habituamos a sentimentos e relações rasas e nos tornamos egoístas. Queremos nos satisfazer, e não ao outro. O outro que busque se encaixar no que queremos, esta é a realidade. 

E, como ilusão, a paixão se passa por amor. Ah, a paixão!!... Quando alguém se apaixona, perde o sentido da realidade, projeta em seu ser amado seus ideais de amor e o deseja a cada instante. É um sentimento intenso, envolvente, forte, mas que não se sustenta com o dia a dia e com a necessária aceitação do outro, tampouco das dificuldades do dia a dia.

Tem uma frase do Cazuza que diz: “o nosso amor a gente inventa pra se distrair, e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu”. Essa frase, na verdade, define bem a paixão.

O amor vai além da paixão... Além da atração física e do romantismo... Além das projeções onde, na verdade, queremos que o outro seja como idealizamos, pois não queremos saber dos defeitos, mas somente das qualidades que desejamos.

Apaixonar-se é revigorante... mas querer transformar paixão em amor, sem que, de fato seja amor, é caminho certo para o sofrimento e a dor. A paixão acaba, e não se sustenta... Com o tempo, a paixão sufoca, pois é possessiva e imatura, já que não lida com a realidade e a aceitação real do outro. Ela sim, uma utopia... um sofisma que faz os apaixonados pensarem que estão amando... mas não estão!


É AMOR OU PAIXÃO?

E como saber se é amor ou paixão? É quando volto à minha frase inicial: que o nosso amor não destrua as nossas diferenças, e que as nossas diferenças não destruam o nosso amor!

O amor, intrinsicamente, respeita as diferenças do outro, pois o amor é a aceitação do outro, e não a projeção do que queremos no outro. Amor é saber que cada pessoa é única e que amamos o outro por inteiro, com suas qualidades, mas também seus defeitos.

Amar é, de fato, um grande desafio. Para amar precisamos nos desfazer das projeções e idealizações que temos de forma pré-concebida, e aceitarmos viver um novo processo que inclui seguir nosso coração, ouvir a nossa alma, e a alma do outro, e trilhar, juntos, um caminho de descobertas, de cumplicidade e, acima de tudo, de confiança e entrega.

Uma relação onde não se exige perfeição e sim maturidade para lidar com os problemas, pois, sim, eles existem. A questão é: queremos o amor, mas estamos prontos para, de fato, amar?

“Amar é, de alguma forma, estar apaixonado por nossas diferenças. Ver o bom e o mau do nosso parceiro, sem anestesia. A paixão e o apaixonar-se não duram mais que alguns meses. Precisamente, é o amor que dura, então o amor verdadeiro é aquele que cultiva o compromisso, a atração e a intimidade. O amor é construído nas fundações do bem estar conjunto e individual, fomentando o crescimento pessoal de cada um e diminuindo toda a vulnerabilidade emocional que está presente em nós. Amar não é só felicidade, também é estabilidade, confiança, proteção, crescimento e incondicionalidade. Isso é o que o torna completo, único e verdadeiro!”

O amor não pode ser definido, porque definir é limitar e amar não tem limites. – Carlos Cuauhtémoc.

Fiquemos, então, com esta reflexão: queremos o amor, mas estamos prontos para, de fato, amar?!...

Até a próxima postagem!

Crenças Limitantes: o que são? Porque elas podem destruir a sua vida?


A partir de hoje, vou fazer uma série de conteúdos sobre CRENÇAS LIMITANTESComo o assunto é extenso, eu vou tratá-lo em etapas, para que você possa, inclusive, refletir e amadurecer sobre os assuntos tratados, pois estas crenças realmente são um atraso em nossa vida!!  E respeitar o seu tempo de aprendizado é essencial. Experiência própria!

Então, para começar, vamos entender o QUE É UMA CRENÇA LIMITANTE? Como essas coisas surgem em nossa vida? 


COMO TUDO COMEÇA...

Bem, quando a gente nasce, basicamente somos como uma folha em branco. À medida que nos relacionamos, interagimos e nos deixamos influenciar, nós escrevemos boa parte daquilo que PERCEBEMOS SER em nosso consciente e, principalmente, em nosso inconsciente

E porque eu digo o que "percebemos ser"? Porque, muitas  vezes, a nossa percepção é errada. Muitas vezes a gente está dando ouvidos a críticas maldosas, a opiniões de pessoas que não têm discernimento e temos o péssimo hábito de não buscarmos conhecer a nossa essência. 

Somos um ser social? Sim! Mas também somos únicos em nossa essência!! E é importante que a gente busque o autoconhecimento para que possamos ter uma vida plena. 



CRENÇAS: VALORES QUE ADOTAMOS

Crenças LIMITANTES, como o próprio nome já diz, nos levam à estagnação pessoal e profissional. Nos impede de ir adiante, de conquistar e até mesmo de acreditar no sucesso, tornado-o algo impossível. Mas elas são apenas interpretações e conceitos que assumimos como verdade, mas que não passam de sofisma, ou até mesmo de mentiras deslavadas mas que, infelizmente, são aceitas e levadas adiante!!

Muitas destas crenças surgem na infância. Nossa mente é como um papel em branco, lembra? E ela pode está sendo preenchida com um monte de bobagens através das pessoas que deveriam nos orientar, como nossos pais e professores, por exemplo, mas que geralmente vão passando adiante o que aprenderam, e no meio, as crenças limitantes

A verdade é que vamos sendo "moldados", desde o nosso nascimento, pela nossa família, mídia e amigos. E, aos poucos, estas informações adquiridas vão se transformando em VALORES e em VERDADES IMUTÁVEIS. 



TODAS AS ÁREAS PODEM SER AFETADAS

Algumas pessoas, por exemplo, conseguem ser bem sucedidas em seus relacionamentos, pessoais, familiares ou amorosos, no entanto, são péssimas na área financeira, tendo grande resistência em atrair e manter dinheiro para suas vidas. 

Outros não possuem problemas para o dinheiro fluir em sua vida, mas acabam se atrapalhando em seus relacionamentos. 

E, outros, ainda, parecem ter a vida tumultuada de problemas.Não conseguem fluir em nenhuma área, nem profissionalmente, nem financeiramente, nem na vida familiar, nem na vida social, nem na vida amorosa. Em nada! 

BOA NOTÍCIA!!...

Mas, tenha calma!! A boa notícia é que, assim como você construiu crenças negativas, seja em que área for, você pode desconstruí-las, colocando no lugar crenças positivas.

O que está faltando em sua vida: dinheiro? Uma família equilibrada e feliz? Um relacionamento amoroso feliz? Uma vida profissional que te realiza não só financeiramente, mas que também te faz acordar feliz por ter que trabalhar? 

Como dever de casa, pegue o que te falta e já comece a buscar o que te faz acreditar que você não merece o que quer. Que frases vêm em sua mente para justificar você não ter o que te falta?

Anote tudo e até a próxima postagem, aqui, no CONCEITO DBV, no Dicas Bem Viver!! Até lá!!

Ah... aproveite e reveja a postagem que eu fiz sobre "As Armadilhas da Culpa e do Imerecimento" (CLIQUE AQUI!!). 

Corre... Cuida de você!! Pois o tempo passa, a vida passa (e rápido demais...), e o que conta mesmo é a gente ser feliz!!...

Até a próxima!

Você associa ser milionário com pecado? Então pare, leia e liberte-se!!



Hoje vou falar de mais uma crença limitante que impede muitas pessoas de alcançarem seus objetivos financeiros: o medo inconsciente da avareza, que é considerado um grave pecado pelas normas religiosas. E, queiramos ou não, o Brasil é um país muito religioso, com predominância de católicos e evangélicos, que seguem a mesma Escritura, e também a mesma distorção sobre o que está escrito sobre riqueza e humildade.

Primeiro que humildade não tem nada a ver com pobreza e sim com caráter. E segundo porque, como já falei na postagem passada, sobre mentalidade financeira (CLIQUE E LEIA!!)o problema está no amor ao dinheiro, e não no dinheiro, em si.

A avareza sim, tem tudo a ver com amor ao dinheiro, e hoje vamos desmistificar esse sentimento que, de fato, é altamente nocivo, e que não tem nada a ver com o dinheiro. Acredite!!


AVAREZA: AMOR E ESCRAVIDÃO AO DINHEIRO

A avareza surge da mentalidade de escassez, que acredita que as coisas são escassas e que “farinha pouca, meu pirão primeiro”. A avareza anda junta com o egoísmo e, mais ainda, com o egocentrismo. O avarento se acha o centro do universo, e faz pouco caso das necessidades alheias quando, na verdade, a gratidão é um sentimento nobre a ser cultivado. Ajudar os outros é um sentimento comum as pessoas que são ricas e felizes. Já o egocentrismo, característica comum entre os avarentos.

E como surge esse sentimento de avareza, que é de fato o verdadeiro vilão e não o dinheiro? No amor ao dinheiro, que é o que a Escritura Sagrada descreve como raiz de todos os males (1 Timoteo 6.10).  

Como a avareza está associada a escassez, o avarento tem medo de perder as coisas e ficar pobre, e por isso transforma a riqueza no seu “guru”. Para elas, o dinheiro é a prioridade máxima, acima de qualquer coisa, inclusive casamento, filhos, saúde e até a própria felicidade. O avarento torna-se escravo do dinheiro porque a base de sua vida está em ficar e permanecer rico. Ele não consegue usufruir e, muito menos, compartilhar (doar, ajudar outras pessoas), pois tornaram-se obcecadas pelo ter, anulando o ser.


RELIGIÕES CONFUNDEM ENTENDIMENTO SOBRE DINHEIRO

Um dos grandes problemas da religião é que elas confundem o que é dito sobre o amor ao dinheiro, que é de fato o problema, e criam uma confusão na mente das pessoas em relação à riqueza, fazendo com que muitas pessoas, erroneamente, e inconscientemente, tenham medo da prosperidade por achar que ser rico é pecado.

Ser rico é uma coisa positiva. O amor ao dinheiro, negativa. E é muito importante que você entenda isso, e seja livre deste sentimento pernicioso que só te levará a uma vida sem verdadeiros amigos, sem uma verdadeira família, e sem uma vida feliz, pois a área financeira é apenas uma área da nossa vida, e não o todo.

Quanto a humildade não ter nada a ver com pobreza, e sim com caráter, basta você observar que existem muitas pessoas ricas, mas que são caridosas e amáveis com o próximo, enquanto existem pessoas pobres que são mesquinhas. O caráter define sua humildade, e não sua conta bancária!!

Eu realmente espero que estas postagens possam ter te ajudado, de alguma forma, a ter uma mentalidade próspera, pois nossos resultados dependem muito disto. E te incentivo a pesquisar mais sobre o assunto e a desenvolver sua vida financeira de forma plena, e feliz. Amando as pessoas, e não ao dinheiro, mas exorcizando esses pensamentos e sentimentos ruins em relação à riqueza, para que possa conquistar e usufruir com plenitude e paz seus objetivos materiais.

Até a próxima!

Dinheiro: mentalidade pobre x mentalidade rica. Qual a sua?


Na última postagem sobre Comportamento eu abordei sobre “Termostato Financeiro: porque algumas pessoas enriquecem e outras não? (CLIQUE AQUI E LEIA), e prometi falar sobre crenças limitantes que nos atrapalham na questão financeira em algumas postagens, pois o tema é extenso para tratarmos numa única vez.

Pois bem, hoje vamos falar sobre a expectativa que temos em relação ao dinheiro, e como isto está diretamente ligado aos nossos resultados financeiros efetivos. Me acompanhe!!



Sobrevivência x Abundância


Seu foco em relação ao dinheiro está na sobrevivência ou na abundância? Você pensa em ganhar o suficiente para pagar as contas e ter uma vida confortável e mais segura, ou imagina conquistar abundância financeira, onde possa desfrutar de uma vida ricamente confortável?

É importante identificar o que você realmente espera em relação aos seus resultados financeiros, pois se você acha que conseguir pagar as contas e ter uma vida mediana é o suficiente, é isto que você terá.

E não tenho nada contra em relação a isto, mas preciso que você entenda a diferença entre ter algum conforto e ser rico, e que também esteja consciente da sua real expectativa em relação ao dinheiro, pois os teus resultados irão na direção do teu foco.

Acreditar que ter conforto irá te levar à riqueza é uma crença limitante, um mito que te deixará frustrado se sonha em ser rico.


Mire as estrelas, acerte a lua

A questão é que quando a gente pensa pequeno, os resultados serão equivalentes. Então, se você pensa em ter um pouco de conforto e segurança, certamente você viverá uma vida mais regrada, onde terá que abrir mão de muitas coisas que você gostaria, mas a renda não permite.

E isso inclui desde a ir num restaurante e fazer os pedidos fazendo as contas para vê se cabe no orçamento, a fazer uma viagem e ter que se contentar com voos populares, em horários ruins e péssimas escalas, além de roteiros econômicos. Quem sabe um estilo mochilão esteja entre seu limite orçamentário?

Como eu disse, nada contra. Mas se você quer uma vida de real abundância, é necessário que você amplie seus horizontes e crie expectativas e metas mais condizentes com a realidade que você almeja viver. Em outras palavras, mire as estrelas para, no mínimo, acertar a lua!!


Que tipo de vida você almeja viver? 

E, para mirar nas estrelas, pense no que você quer viver com a riqueza que deseja alcançar. Assim, você estará usando a energia dos teus pensamentos e do teu foco naquilo que realmente quer viver.

Se quer ficar rico, desenvolva pensamentos e emoções ligados à abundância e não a escassez. Pratique. Mude sua mentalidade!!

Como eu sempre digo: é a sua vida, são os seus resultados. E a responsabilidade é sua!! Dá trabalho? Sim. Mas vale a pena!! Pense que o pódio não é para a maioria... a plateia sim.

Na próxima postagem de Comportamento falarei sobre mais uma crença limitante da área financeira. E se você quer fazer alguma sugestão de assunto sobre Comportamento, envie um email para dicasbemviver@gmail.com . Será um prazer desenvolver um tema do seu interesse. Combinado?

Até a próxima!


As Armadilhas da Culpa e do Imerecimento


O que você deseja e te parece impossível, como sendo algo utópico e inalcançável? Ser feliz? Ter prosperidade? Amar e ser amado? Ter uma família harmoniosa e feliz? Ser saudável? Ter o corpo que deseja? Ter sucesso profissional? Ter um casamento fantástico? Amigos verdadeiros e sempre presentes? Familiares que se amam e se apoiam, mutuamente?

Pare um momento e reflita, pois a barreira está bem aí, dentro de você, e a mudança só vai acontecer quando for confrontada de dentro para fora.

Isto acontece porque nossa mente é uma criação fantástica, mas ainda subutilizada. E embora não tenhamos manual de instrução, já temos boas pistas para termos uma vida mais plena e feliz. E isso graças ao avanço da neurociência cognitiva, que vai além do aspecto biológico da mente e sua relação com nosso sistema nervoso central, e estuda a repercussão da mente sobre os nossos pensamentos, emoções e comportamentos.

SENTIMENTO DE CULPA E IMERECIMENTO

E hoje eu quero falar sobre algo que está diretamente relacionado a estas barreiras aparentemente intransponíveis que criamos em nossa mente e que nos impede de alcançarmos nossos objetivos. Obviamente, dentro de um limite ético, pois aquilo que não desejamos para nós, é de bom tom também não desejarmos aos outros.

Afinal, uma das leis universais é a Lei da Semeadura, que determina que aquilo que semeamos, iremos colher. Ou você acha que se semearmos sementes de uva, iremos colher morangos? Da mesma forma, se semeamos pensamentos ruins, negativos e destrutivos, que tipo de resultado poderemos esperar? É como bem diz Henry Ford: “se você acha que pode, ou que não pode fazer alguma coisa, você tem sempre razão”.

E uma das piores coisas que pode travar o nosso desenvolvimento é o sentimento de culpa, que nos aprisiona numa redoma psicológica na qual predomina a condenação e a percepção de imerecimento.

Para que possamos entender melhor o assunto, vamos saber como funciona o sentimento de culpa, e as terríveis armadilhas e grilhões que fazem parte do seu “pacote psicológico”.


Acredite, pessoas que carregam culpa e não se sentem merecedoras, inconscientemente destroem tudo em suas vidas. E não é isto que queremos, não é verdade?



ENTENDENDO O SENTIMENTO DE CULPA

A culpa surge quando a gente passa por determinadas situações e achamos que poderíamos ter agido, ou reagido, de forma diferente. O problema é que a vida não é controlável, e nós também não somos perfeitos, o que significa que devemos enxergar os erros como parte do processo de aprendizagem ou como uma falha eventual (às vezes até mesmo necessária!), e não um peso a ser carregado pelo resto da vida, como se fosse uma âncora que nos prende ao passado. E, o que é pior, nos deixando presos aquele exato momento de dor e frustração, como algo mal resolvido e que, inconscientemente, nos leva à sabotagem, por não nos sentirmos merecedores de termos o que de fato desejamos.

É por isto que precisamos fazer uma auto avaliação para descobrirmos o que nos impede de vivermos de forma plena, pois a culpa deixa uma sensação de “dívida impagável”, criando de fato muralhas aparentemente intransponíveis, que deixam uma sensação subliminar de incapacidade e de mais culpa ainda, por não conseguir superar a situação.

A “emoção dolorida”, como bem a definiu Sigmund Freud, é geralmente camuflada, pois na maioria das vezes nem nos damos conta da culpa, embora ela nos traga consequências ruins, como : tratar mal os outros, viver encontrando culpados para tudo, reclamar sempre; ou situações como depressão, alcoolismo, vício em drogas, ou até mesmo o isolamento, como uma forma de proteção.

Como eu já disse, e vou repetir: pessoas que carregam culpa e não se sentem merecedoras, destroem tudo em suas vidas, conscientemente, ou não.  

VISÃO DISTORCIDA DA SITUAÇÃO E DE SI MESMO

Além de manter a pessoa presa no passado, o sentimento de culpa afeta a forma como a pessoa pensa a respeito de si mesma, fazendo-a ficar sempre se lamentando, ou se sentindo mal ou incapaz, ao invés de buscar alternativas e possibilidades para, efetivamente, resolver o problema. 

Ao invés de aprender com os erros, a pessoa fica repetindo as mesmas atitudes e os mesmos padrões de pensamentos e emoções que a faz ficar dando voltas e nunca avançando naquela determinada situação.

Quem sabe repetindo padrões de relacionamentos errados, que ela sabe que faz mal para ela. Quem sabe não conseguindo manter-se firme na determinação de emagrecer e ter uma vida mais saudável. Ou de não aprender a falar fluentemente novos idiomas, embora considere isto importante em sua vida. Ou mantendo padrões de pensamentos e atitudes que sabotam totalmente seu projeto de independência financeira, pois no fundo a pessoa não se acha merecedora de ter uma vida próspera e feliz.

Quem sabe nunca dando o primeiro passo para melhorar o relacionamento com seu conjugue, filhos e familiares. Quem sabe nunca perdoando um erro do passado de outras pessoas, pois se ela própria não se perdoa por seus erros, como vai perdoar, verdadeiramente, o outro?

E assim a pessoa leva sua vida num círculo vicioso, ao invés de virtuoso, e vai perdendo qualidade de vida, e momentos incríveis.

O QUE FAZER PARA ACABAR COM O SENTIMENTO DE CULPA

Bem, não adianta apenas identificar o problema, é preciso resolvermos a situação. E daí vem a importância de voltarmos à Neurociência Cognitiva, pois ela nos mostra que nosso cérebro precisa, literalmente, descartar informações inúteis para dar lugar a novos aprendizados e acontecimentos significativos. Precisamos criar novas conexões neurais, mais positivas e direcionadas ao que queremos realizar em nossa vida, para ajudar nosso cérebro a gerar um ambiente mais saudável dentro de nós mesmos, com pensamentos e emoções ligadas ao sucesso, a felicidade, a realização, ao comprometimento e determinação.


Buscarmos, enfim, nossa essência, que é única, e jogar fora tudo o que não seja relevante e producente, e desenvolver pensamentos, emoções e atitudes que nos levem à uma vida de alta performance, resultados efetivos, relações valorosas e de realização plena.

E seja mais leve com você mesmo. Ter bom humor é fundamental para superar as adversidades da vida, e elas também fazem parte do nosso dia a dia. 

1ª Ação Necessária - Aprenda a lidar com erros

Essa etapa começa na infância. Quanto mais a criança for cobrada para não errar, mas ela terá dificuldade em lidar com o erro pelo resto da vida.

Se este for o seu caso, entenda que você cresceu e que não é mais aquela criança que tinha que ser perfeita e não podia errar para ser amada e respeitada. Entenda que erros acontecem e fazem parte do processo de aprendizado. Eles não são âncoras, e sim professores valiosos.

Aprenda com os erros e siga adiante!! Se você tem um parceiro (a), chefe ou sócio (a) que te exige perfeição, se posicione e mostre que todos somos passíveis de erros, e que o principal não é o erro, em si, e sim o que você faz a partir daquele aprendizado.

Estude biografias de pessoas bem sucedidas, e perceba que todos cometeram falhas, mas que não desistiram de acreditar em si mesmas!!

Se te colocaram num “pedestal”, como uma pessoa perfeita e um exemplo a ser seguido, caia fora, pois você não é estátua e sim um ser humano vivendo essa bela e maravilhosa aventura chamada vida.

E se alguém acha que você tem que ser uma pessoa perfeita para que possa ser amada, inclua esta pessoa na lista das coisas a serem deletadas, pois esta pessoa não merece seu precioso tempo, pois tempo é vida!!

2ª Ação Necessária – Sinta-se merecedor

Como você tem reagido a elogios? Ou a um presente inesperado? Você sente-se bem, agradece, ou sente-se incomodado?

Como você reage quando cumpre uma etapa dentro do seu planejamento? Você comemora? Agradece a si mesmo e as pessoas que te ajudaram a vencer a etapa, ou você ignora, ou acha uma bobagem comemorar seus avanços na vida?

A gratidão é um sentimento valioso, altamente energético e positivo, e que vale a pena ser cultivado, diariamente. Comece o dia sendo grato por estar vivo, e esteja atento as pessoas, coisas e situações que chegam até você, no seu dia a dia, pois o Universo conspira sim ao nosso favor, e quanto mais atentos e gratos estivermos, mais estaremos conectados com a energia do merecimento. Porque, sim, você merece existir, e merecer viver uma vida plena e feliz!!
3ª Ação Necessária – Troque a culpa por responsabilidade e seja mais leve com você mesmo

Definitivamente, aprenda a diferença entre ser culpado e ser responsável.

A autorresponsabilidade coloca você no controle de sua vida, de seus pensamentos e emoções. É uma escolha que traz emoções positivas, pois você se sente capaz, ativo, motivado. Faz você enxergar a vida de forma mais leve e responsiva. E daí se você cometer alguns erros? Você tem capacidade de aprender, superar e vencer!!

Já o sentimento de culpa, por sua vez, é uma emoção negativa que paralisa e faz com que você fique preso ao erro, no passado. Um sentimento que te leva a sabotagem e procrastinação, e que só te traz mais dor e frustração.  E isso, realmente, não vale a pena!!


UMA PITADA DE QUINTANA

Para encerrar, te deixo um poema do Mário Quintana, um dos meus poetas preferidos, para que você lembre que o tempo passa, a vida passa, e o que conta mesmo é a gente ser feliz!!...

O Tempo – Mário Quintana

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!...
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...

Até a próxima postagem!