Cidadania,

O que o Ministério da Justiça não viu ainda

23 maio Redação DBV - Dicas Bem Viver 0 Comments


Por Luiz Eduardo da Silva*

Temos observado desde a mudança do governo, com a vinda do juiz Sérgio Moro para a pasta da Justiça, que os olhos estão focados na prática efetiva do compliance, com abordagens que envolvem principalmente os fatos e consequências da Operação Lava Jato, principalmente no que diz respeito ao cenário politico.

Gostaria de salientar um aspecto importante que pode ser cuidado pelo Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Justiça.

Todos sabemos que nosso Judiciário está pra lá de capenga, pois é impossível que se cuide bem dos interesses do cidadão quando estão sob sua tutela quase 100 milhões de processos.

As práticas que vêm sendo adotadas de meios alternativos de solução de conflitos, leia-se aí negociação, conciliação, mediação e arbitragem – as chamadas práticas multiportas -, não recebem incentivo devido do Ministério da Justiça como deveria.

Importante ressaltar nesse passo, que o Regimento Interno da Secretaria  Nacional de Justiça coloca no seu artigo 32, alguns incisos atentos  à incentivar ditas práticas, mas não se vê desdobramentos a respeito.

A melhoria da comunicação das pessoas gera mudanças comportamentais, e isso leva a uma reflexão do fazer certo, do saber reconhecer culpas e aprender fazer concessões.

É preciso que parta deste órgão, posturas que possam impactar a observância de atitudes autocompositivas e que incentivarão a não judicialização de conflitos, para que o acesso a justiça torne a celeridade e a efetividade das soluções uma prática contínua na vida do cidadão.

Existem diversas entidades já organizadas neste sentido e que teriam o máximo prazer em serem ouvidas e agregar na criação de uma politica efetiva que transforme o acesso à justiça, que ainda gera indignação e falta de credibilidade àquele que dela precisa.


* Luiz Eduardo da Silva

 - Advogado da Temporini Silva Sociedade de Advogados

 - Especialista em Direito Arbitral

 - Presidente do IMAT - Instituto de Mediação e Arbitragem do Alto Tiete - São Paulo

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