Alimentação saudável,

Você sabe qual é o melhor tipo de óleo para cozinhar? Melhor aprender!

12 fevereiro Revista Conexão Nordeste 0 Comments


Por Marcia Cruz

Cuidar da saúde é um item que, sem dúvida, deve fazer parte do nosso dia a dia. Às vezes, porém, acabamos nos passando nos detalhes, achando que são pequenos e menos importantes. O que é um erro!

No caso da alimentação, um destes “pequenos – grandes detalhes” é o óleo que utilizamos nos alimentos. 


E por isto garimpamos umas dicas bem legais da nutricionista Priscilla Meirelles para o site VivaSaúde.


Confira!


CANOLA

É um dos mais saudáveis que existem, pois tem elevada quantidade de ômega-3, que reduz os triglicerídeos e controla a arteriosclerose.

Além disso, é rico em vitamina E, poderoso antioxidante que combate os radicais livres, e em gorduras monoinsaturadas, que reduzem o LDL (colesterol ruim).

É o que possui o menor teor de gordura saturada de todos os óleos vegetais, e por isto vem em primeiro lugar.

LINHAÇA


É também rico em ômega-3 e previne e auxilia no tratamento de várias doenças inflamatórias e cardíacas.

Já que esse nutriente não está amplamente distribuído na maioria dos alimentos que consumimos no dia a dia, o complemento com óleo de linhaça na dieta é fundamental.

Não deve ser muito aquecido, pois perde as suas propriedades nutricionais.

GERGELIM

A composição varia entre 46% e 56% de ácidos graxos insaturados, como oleico (47%) e linoleico (41%).

Isso faz do óleo de gergelim um alimento de excelente qualidade nutricional, pois os ácidos graxos insaturados reduzem o colesterol sanguíneo e o risco de doenças cardiovasculares e processos inflamatórios.

COCO


Recentes estudos com o óleo de coco virgem mostraram seus efeitos benéficos na redução de colesterol total e LDL, aumento de HDL (colesterol bom), indução da saciedade, perda de peso e melhora da resistência insulínica em pacientes com diabetes tipo 2.

Um detalhe: deve ser usado em pratos frios.

GIRASSOL


Com vitaminas A, D, E e do complexo B, minerais como zinco e magnésio, além de ácidos graxos insaturados, como o ômega-6.

É muito eficaz na redução dos níveis de colesterol sanguíneo e da pressão arterial, sendo benéfico na prevenção de doenças cardiovasculares.

AMENDOIM


Com ômega-9, uma gordura essencial ao organismo e reconhecida por suas funções de proteção cardiovasculares e redução do LDL.

Devido à sua composição, esse óleo auxilia na redução de lipídios totais no organismo, recomendado para quem possui colesterol alto.

AZEITE DE OLIVA

 

Entre os mais populares, embora ainda caro, o azeite de oliva é feito a partir de azeitonas frescas. É um óleo que requer menor pressão e baixas temperaturas durante a prensagem quando comparado a outros óleos.  

Apesar da fama, não é particularmente rico em ômega-3, porém seu conteúdo de lipídos monoinsaturados, principalmente o ácido oléico faz com que o mesmo seja um ótimo protetor contra doenças coronarianas.

O azeite de oliva também contém fitonutrientes, substâncias que mantém fígado, vesícula e os sistemas imune, digestivo e cardiovascular em dia.

Importante! Compre sempre a variedade extra-vírgem, os outros podem ter sido submetidos ao calor durante o processamento, o que incurta seus benefícios de saúde.

ABACATE


Pare de temer esta fruta, 70% de seus lipídios são ácidos graxos monoinsaturados (como no azeite), um protetor do coração.

Muito usado na área estética, o abacate também é importante na cozinha. É rico em beta-sitosterol, que reduz o colesterol LDL, e também em luteína, um nutriente que protege contra catarata.

Tem ainda vitamina E (um antioxidante) e potássio, regulador da pressão sanguínea.

AMÊNDOAS

Um dos campeões na área estética, o óleo de amêndoas é fonte de ácidos graxos essenciais, sendo que alguns destes possuem propriedades antiinflamatórias.

Assim como qualquer óleo, os mais frescos e extraídos a frio são os melhores. De preferência escolha garrafas marrons ou verdes, que mantenham pequeno contato do produto com a luz.



Bem, agora ficou mais fácil escolher o óleo mais adequado, não é mesmo? Ou melhor, os óleos, pois o ideal é termos mais de um tipo em nossa cozinha.

E LEMBRE-SE! Evite o superaquecimento dos óleos para prevenir a deterioração dos mesmos e nunca reutilize os óleos pois isto diminui a quantidades de ácidos graxos insaturados e aumenta a quantidade dos saturados, que são mais prejudiciais à saúde, além de ajudar no ganho de peso e contribuir para o aumento das doenças cardiovasculares.

Na próxima edição a gente traz uma matéria superinteressante sobre os cuidados que devemos ter com as sobras de óleo na cozinha.

Até a próxima postagem!


Marcia Cruz
cruzmarcia@gmail.com

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